PGR indicou ser favorável à instalação de uma televisão convencional com assinatura de canais, preservando o entretenimento para o detento
O procurador-geral Paulo Gonet manifestou-se contra o pedido de Jair Bolsonaro para instalar smart TV na prisão da PF em Brasília, citando riscos de acesso à internet e comunicação irregular. Sugeriu TV a cabo como alternativa. Concordou com assistência religiosa e leitura para remição de pena. Decisão de 14/jan reforça segurança prisional em meio à condenação por golpe de Estado.
Brasília (DF) · 14 de janeiro de 2026
O ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou autorização para instalar uma smart TV em sua cela, visando acesso a conteúdos de streaming.
No entanto, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, posicionou-se firmemente contra a concessão, argumentando que o dispositivo poderia facultar conexões à internet e comunicações não monitoradas, comprometendo a integridade do regime prisional
Essa manifestação ocorreu em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira (14/jan), destacando a inviabilidade de fiscalização efetiva sobre o uso do aparelho.
De acordo com O Globo, Gonet enfatizou que “o controle das proibições seria inviável”, uma vez que smart TVs integram funcionalidades online que poderiam burlar restrições impostas ao detento.
Como alternativa, o procurador sugeriu a instalação de uma televisão convencional com assinatura de canais a cabo, preservando o entretenimento sem os riscos associados à conectividade digital.
Essa proposta visa equilibrar o direito ao lazer com a segurança institucional, evitando potenciais violações de normas penais.
A posição de Gonet não se restringe à rejeição tecnológica; ele endossou outros pleitos de Bolsonaro, como a permissão para assistência religiosa e participação em programas de leitura para remição de pena.
Tais aprovações reforçam o compromisso com direitos humanos fundamentais, enquanto a oposição à smart TV sublinha preocupações com a manutenção da ordem em ambientes de custódia.
Jurídicos observam que decisões como a de Gonet fortalecem a responsabilidade em casos de alto perfil, enquanto defensores de Bolsonaro criticam a medida como excessivamente rigorosa.
Mas especialistas em direito penal aplaudem a prudência, evitando precedentes que poderiam enfraquecer o controle estatal.

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Deveria ter uma norma sobre o insulto a inteligencia, éste sujeito ainda acha que são todos uns babacas, que irão aceitar uma questão dessa, como uma simples solicitação de entretenimento, sem nenhuma outra intenção. É muita burrice!!!
Mas rapaaaaa.O cara acha que ta numa colônia de ferias? Se ele tem direitos entao qualquer um deve ter o mesmo direito.que diria ele se algum preso no tempo dele pedisse isso?concerteza palavras carinhosas nao seria.
Bolsonaro é um condenado, igual um outro qualquer, tem presos com crimes bem mais brandos, sem previlegios, Bolsonaro não merece previlegios
Cadeia não é hotel. E Bolsonaro é tratado pelo judiciário como um convidado ilustre. Suite, ar condicionado, frigobar, TV, o que mais esse presidiário quer?
Cadeia não e spar
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