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    Gleisi manda recado aos que desejam “destruir” o PT: “Todos acabarão antes de nós” e Lula o levará à rampa pela 6º vez

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    Lula e Gleisi Hoffmann

    📷 O presidente Lula e a deputada federal Gleisi Hoffmann / Foto: Ricardo Stuckert |•| URBS MAGNA

    RESUMO
    URBS MAGNA

    | Brasília (DF)
    10 de agosto de 2026

    A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT) publicou nesta segunda-feira (10/ago) no X um post em que defende a trajetória do Partido dos Trabalhadores.

    Ela afirma que o PT é o único partido a subir cinco vezes a rampa do Palácio do Planalto, com Lula em três delas, e destaca a bancada no Paraná.

    O tamanho e a resiliência da legenda

    Gleisi Hoffmann afirma que Lula é responsável por três subidas na rampa do Planalto, mesmo com a farsa da lava jato.

    Ela destaca que Lula voltará a governar devido à sua conexão com o povo e menciona que a bancada do PT no Paraná é significativa, com cinco federais e sete estaduais eleitos, ressaltando que seguirão em frente.

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    Os dados históricos confirmam as cinco vitórias presidenciais do PT.

    Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito em 2002, com posse em 1º de janeiro de 2003, e reeleito em 2006, com posse em 2007.

    Dilma Rousseff foi eleita em 2010, com posse em 2011, e reeleita em 2014, com posse em 2015.

    Lula voltou a ser eleito em 2022, com posse em 2023.

    Essas são as vezes em que o PT chegou ao Palácio do Planalto pelo voto direto na Nova República.

    Lula permanece como o único brasileiro eleito três vezes para o cargo.

    No Paraná, a bancada federal do PT eleita em 2022 é composta por cinco deputados: Gleisi Hoffmann, Carol Dartora, Zeca Dirceu, Ênio Verri e Tadeu Veneri.

    Essa formação representou a segunda maior bancada do estado na Câmara dos Deputados, atrás apenas do PSD.

    Na Assembleia Legislativa do Paraná, o PT elegeu sete deputados estaduais: Professor Lemos, Requião Filho, Arilson Chiorato, Renato Freitas, Ana Júlia, Luciana Rafagnin e Dr. Antenor.

    Também a segunda maior bancada, atrás do PSD, partido do governador Ratinho Junior.

    Comparando com outros partidos no nível presidencial:

    O PSDB elegeu Fernando Henrique Cardoso duas vezes (1994 e 1998).

    O PL elegeu Jair Bolsonaro uma vez (2018).

    Nenhum outro partido alcançou cinco vitórias presidenciais no período pós-redemocratização.

    Na comparação de bancadas nacionais, a Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB-PV) mantém cerca de 81 a 83 deputados na Câmara dos Deputados em dados de 2026, posicionando-se entre as maiores, atrás do PL.

    O PT individualmente figura como uma das principais forças.

    O tamanho do PT na América Latina é frequentemente descrito pelo próprio partido e por algumas análises como o maior de esquerda da região, com base no número de filiados, nas vitórias presidenciais e na influência via Foro de São Paulo.

    No Brasil, dados do TSE de 2025-2026 colocam o PT com aproximadamente 1,66 a 1,67 milhão de filiados no cadastro oficial, na segunda posição nacional, atrás do MDB (cerca de 2 milhões).

    Outros partidos como PP, PRD, PSDB, PDT e União Brasil seguem com números superiores a 1 milhão.

    Comparando com partidos de esquerda no mundo:

    O PT se diferencia de legendas como o Partido Trabalhista britânico ou o PSOE espanhol pelo volume de filiados e pelo tempo acumulado no Executivo nacional.

    Sistemas eleitorais distintos dificultam comparações diretas de tamanho.

    Partidos mistos ou centristas no mundo, como o Partido Democrata americano ou legendas liberais europeias, operam em contextos institucionais diferentes e raramente atingem a combinação de filiados e vitórias presidenciais consecutivas observada no PT.

    A Proposta do Partido dos Trabalhadores:

    A proposta do Partido dos Trabalhadores inclui a expansão de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e suas versões posteriores, voltados à proteção de famílias de baixa renda.

    Outro eixo da agenda é o fortalecimento do acesso à educação superior por meio do ProUni e do Fies, com o objetivo de ampliar oportunidades para estudantes de menor renda.

    Os governos do PT também priorizaram a valorização real do salário mínimo e o programa Minha Casa Minha Vida, voltado à habitação popular.

    A proteção da população aparece ainda no reforço do SUS e em políticas de combate à fome, com o Brasil saindo do mapa da fome em períodos específicos desses governos, conforme dados oficiais.

    A agenda inclui propostas de justiça fiscal e taxação de grandes fortunas, apresentadas como mecanismos de distribuição de renda.

    Comparando os projetos de governo do PT com os de outros partidos, o PSDB historicamente enfatizou a estabilização monetária e processos de privatização.

    Legendas de direita, como o PL, concentram agendas em segurança pública e redução da intervenção estatal na economia.

    O MDB e o PSD atuam com maior flexibilidade programática, sem a ênfase contínua em programas de transferência de renda observada no PT.

    PT Social

    Os governos petistas documentaram expansão de cobertura social e redução de indicadores de pobreza extrema em determinados períodos, enquanto outros governos priorizaram ajustes fiscais ou agendas distintas.

    Os resultados em indicadores sociais e econômicos variam ao longo dos anos e são objeto de análises diversas em fontes oficiais e independentes.

    No conjunto, a declaração de Gleisi Hoffmann recupera números oficiais de vitórias presidenciais e de bancadas estaduais, situando o PT em posição de destaque no sistema partidário brasileiro e regional.



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