Gleisi, na Folha, apresenta o saldo negativo que o Governo Bolsonaro deixou para o povo

28/12/2019 2 Por Redação Urbs Magna

Sob o título “O saldo de 2019 é positivo para o Brasil? NÃO! Se foi ruim para o povo, não foi bom para o país“, Gleisi Hoffmann resume o primeiro ano de Bolsonaro. De acordo com a deputada, “o país andou para trás na renda do povo, na saúde, na educação, na defesa do meio ambiente, na liberdade.”, escreveu em sua publicação deste sábado (28)


Gleisi diz que “a vida da imensa maioria piorou sob o governo da extrema-direita e sua agenda econômica neoliberal, que só é exequível impondo limites e retrocessos à democracia.

A presidenta do PT acrescenta, à sua fala, os dados da ONU e do IPEA. Os primeiros apontam a desigualdade do Brasil, que concentra 28,3% da renda total nas mãos de 1% da população e deixa nosso país na penúltima posição do mundo, à frente apenas do Qatar.

Quanto ao IPEA, o instituto divulgou que a renda dos mais pobres caiu, a dos mais ricos subiu e a inflação aumentou mais para o pobre que para o rico.

“90% das ocupações criadas são informais, segundo o IBGE”. 40% são trabalhadores sem registro, sem direitos e proteção social. Sem falar dos que nem ocupação tem e dos preços dos combustíveis, gás de cozinha, carne. 89,6% da população tem renda domiciliar per capita de até somente um salário mínimo. E é este povo que pagará na pele a Reforma da Previdência.

A educação foi declarada inimiga. Perdemos os médicos cubanos; a Farmácia Popular, 10 mil vagas de agentes de saúde… e o ano finda a inédita redução nas verbas do SUS; um corte de R$ 2 bilhões no Bolsa Família e o descumprimento da promessa sobre o 13º mês.

O desmatamento aumentou 83%. Posse, porte e uso de armas foram estimulados criminosamente. Líderes indígenas e sindicalistas foram assassinados; professores e artistas, perseguidos; e mulheres, pessoas negras e LGBTs sofreram violência.

E gleisi encerra falando sobre a entrega do pré-sal e dos instrumentos de construção da soberania lançando dúvida quanto ao ano de 2020.

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