
O PRESIDENTE LULA e a ministra das Relações Institucionais GLEISI HOFFMANN | Imagens reprodução/montagem
Ministra acusa entidade de manipular fala do Presidente sobre massacre no enclave palestino em Israel – SAIBA MAIS
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Brasília, 02 de junho de 2025
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), usou suas redes sociais nesta segunda-feira (2/jun) para criticar a Confederação Israelita do Brasil (Conib).
Segundo ela, a entidade “distorce e manipula declarações do presidente Lula sobre o massacre da população Palestina em Gaza”.
A petista destacou que Lula sempre diferenciou a comunidade judaica do “governo de extrema-direita de Israel, que conduz a política de extermínio em Gaza”.
Contexto da Polêmica entre Gleisi, Conib e Lula
A declaração de Gleisi Hoffmann veio após críticas da Conib às falas do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que classificou as ações de Israel em Gaza como genocídio.
A ministra reforçou que “dizer a verdade é essencial quando se quer promover a paz”, defendendo a posição do governo brasileiro.
A Conib, por sua vez, argumenta que as falas de Lula podem incitar antissemitismo, o que intensifica o embate político.
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As críticas de Lula ao governo de Benjamin Netanyahu têm gerado atritos desde 2023. Em fevereiro de 2024, o presidente comparou as ações de Israel em Gaza ao Holocausto, o que motivou reações da Conib e do governo israelense.
Gleisi reitera que as declarações do presidente visam condenar a política de “extermínio” em Gaza, sem atacar a comunidade judaica.
Repercussão
Nas redes, a posição de Gleisi Hoffmann ganhou apoio de setores do PT, que acusam a Conib de alinhamento com o governo de Israel.
A hashtag #LulaContraOGenocídio viralizou, refletindo o apoio de militantes à narrativa do estadista. A ministra também destacou a necessidade de diferenciar críticas ao governo de Netanyahu de ataques à população judaica.
Posicionamento do Governo Brasileiro
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil mantém uma postura crítica às ações militares de Israel em Gaza, defendendo um cessar-fogo e a criação de um Estado Palestino.
Gleisi enfatizou que o governo Lula busca promover a paz, mas não tolerará “manipulações” de entidades como a Conib para deslegitimar suas críticas.












