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    Gini sobe em 2025 mas é o 2º menor da história: IBGE revela renda recorde e o peso do trabalho sob Lula

    Apesar da alta leve no indicador de desigualdade, a renda per capita bateu R$ 2.264 com crescimento mais forte entre os mais pobres desde 2019 – dados que expõem o impacto duradouro das políticas de emprego e inclusão

    Mulher grava vídeo com drone na favela da Rocinha

    Mulher grava o famoso vídeo com drone na favela da Rocinha, prática que viralizou nas redes sociais por mostrar o contraste do local com o bairro de São Conrado, no Rio de Janeiro, um dos mais caros e nobres da zona sul da cidade, caracterizado por um perfil de luxo, com condomínios de casas de altíssimo padrão, mansões e prédios de luxo com vista para o mar / Foto: Pablo Porciuncula / AFP (digital remastering upscaling)

    RESUMO
    URBS MAGNA

    | Brasília (DF)
    09 de maio de 2026

    O IBGE divulgou na sexta-feira (8/mai) os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) de rendimento de todas as fontes 2025.

    O índice de Gini da renda média domiciliar per capita passou de 0,504 em 2024 para 0,511 em 2025.

    Apesar da leve alta, o número representa o segundo menor patamar da série iniciada em 2012.

    A renda per capita atingiu o recorde histórico de R$ 2.264, com crescimento real de 6,9% ante 2024.

    O dado revela que o avanço ocorreu em todas as faixas, mas foi mais intenso entre os 10% mais ricos (+8,7%) do que entre os 10% mais pobres (+3,1%).

    O movimento de 2025 não apaga o quadro de longo prazo.

    Desde 2019, a renda dos 40% mais pobres cresceu 37,6%, enquanto a dos 10% mais ricos avançou apenas 11,9%.

    O mercado de trabalho aquecido, com elevação da ocupação e reajustes reais do salário mínimo, foi o principal motor desse processo.

    A desigualdade caiu expressivamente sob governos Lula. O trabalho, e não apenas programas sociais, impulsionou a renda”.

    Os dados do IBGE confirmam: o rendimento do trabalho representou cerca de 75% da massa total em 2025, enquanto a participação dos programas sociais recuou ligeiramente ante 2024, embora tenha crescido 71,3% desde 2019 para os beneficiários.

    A Pnad Contínua mostra ainda que 82% da população tinha algum rendimento em 2025, alta de 2,2 pontos percentuais ante o ano anterior.

    Na Região Sul, o índice de Gini permaneceu o mais baixo do país (0,445). Já o Centro-Oeste registrou a maior elevação pontual, passando a liderar a desigualdade entre as grandes regiões.

    Os números reforçam que políticas que combinam geração de emprego formal com proteção social produzem resultados duradouros na redução da desigualdade.

    O índice de Gini de 0,511 em 2025 segue bem abaixo dos picos de 0,543 registrados em 2019.

    A renda per capita recorde e o crescimento mais intenso nas camadas baixas desde o início da atual gestão presidencial demonstram o efeito combinado de dinamismo econômico e inclusão.

    O mercado de trabalho brasileiro, com recorde de ocupação, explica boa parte desse avanço.

    FAQ RÁPIDO

    1. O que significa o índice de Gini ter subido em 2025?
    Significa leve concentração maior de renda, pois os 10% mais ricos tiveram ganho de 8,7% contra 3,1% dos 10% mais pobres. Ainda assim, o 0,511 é o segundo menor valor desde 2012.

    2. Qual a relação dos dados com o governo do Presidente Lula?
    Desde 2019, a desigualdade caiu de forma expressiva, com renda dos mais pobres crescendo quase sete vezes mais que a dos ricos. O Presidente Lula e sua equipe creditam o resultado ao binômio emprego formal e programas sociais.

    3. O trabalho ou os programas sociais foram mais importantes?
    Os dados do IBGE mostram que o rendimento do trabalho respondeu por 75% da massa de renda em 2025. Os programas sociais tiveram papel complementar, com forte expansão desde 2019, mas o mercado de trabalho foi o vetor principal do crescimento.



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