Novo Líder Supremo Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá assassinado por Trump, comanda reação que ameaça bloquear rota vital do petróleo global
Teerã (IR) · 10 de março de 2026
Em meio à guerra aberta entre Irã, Estados Unidos e Israel, a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) declarou explicitamente que está preparada para um confronto militar direto com as forças americanas no Estreito de Ormuz, principal artéria do comércio mundial de petróleo.
O porta-voz da IRGC, Ali Mohammad Naini, afirmou que as forças iranianas “estão à espera” da chegada da frota naval dos EUA na região estratégica.
“Estamos esperando pela presença deles”, disse Naini, segundo a agência Fars News e reproduzido pelo Press TV.
A declaração veio após o secretário de Energia americano anunciar que a Marinha preparava escolta para petroleiros no estreito “assim que for razoável”.
O contexto é explosivo. O antigo Líder Supremo Ali Khamenei foi assassinado em ataques aéreos conjuntos EUA-Israel em 28 de fevereiro. Em ato de desafio direto a Washington, o Irã nomeou seu filho Mojtaba Khamenei como novo Líder Supremo por volta de 8 de março, consolidando o controle dos setores mais duros do regime.
Sob a nova liderança de Mojtaba Khamenei, a Guarda Revolucionária intensificou operações no Estreito de Ormuz.
Fontes iranianas afirmam que o país exerce “controle completo” sobre a via marítima e já atacou petroleiros ligados aos EUA e aliados, incluindo o navio “Prima” e o “Athe Nova”, que ficou em chamas após ser atingido por drones suicidas.
A IRGC também realizou exercícios militares com mísseis e embarcações rápidas na região, conforme imagens e relatos do France 24 e do Fox News.
Do lado americano e israelense, a leitura é de escalada controlada, mas de alto risco.
O Times of Israel destacou o aviso da IRGC como “ameaça direta” enquanto o tráfego de petroleiros despencou para apenas nove navios comerciais desde o bloqueio efetivo.
A agência de notícias Reuters e o The New York Times confirmam que o estreito — por onde passa 20% do petróleo mundial — está praticamente paralisado, com preços do barril disparando acima de US$ 100.
Donald Trump reagiu com tom belicoso. Em declarações e posts em rede social, o presidente americano ameaçou que qualquer interrupção no fluxo de óleo resultaria em golpes “vinte vezes mais duros” contra o Irã.
“Morte, fogo e fúria cairão sobre eles”, disse Trump, segundo o Newsweek e a Reuters.
O mandatário também criticou abertamente a escolha de Mojtaba Khamenei, afirmando que o novo líder “não durará muito” sem aprovação americana.
Analistas de ambos os lados concordam: o Estreito de Ormuz se tornou o novo epicentro do conflito.
Fontes iranianas (Mehr News e Press TV) garantem que o país não bloqueou o estreito por iniciativa própria, mas que “atos maliciosos dos EUA” tornaram a navegação insegura.
Já veículos ocidentais (CNN, AP e Times of Israel) registram que os ataques da IRGC a petroleiros e bases americanas na região efetivamente estrangularam o comércio global de energia.
A Guarda Revolucionária ainda declarou estar pronta para sustentar um conflito de alta intensidade por até seis meses, conforme o Daily Post Nigeria.
Do outro lado, o Pentágono e analistas israelenses avaliam que a Marinha iraniana sofreu perdas significativas, mas que a força naval da IRGC — mais ágil e assimétrica — continua capaz de impor custos elevados a qualquer tentativa de reabertura forçada do estreito.
Reuters e CNN indicam que o tráfego marítimo permanece em colapso e que novas ameaças iranianas contra escoltas americanas surgiram nas últimas horas.

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