Carro da Sauber estava a 339 km/h no momento do acidente, registrando duas colisões com o muro que geraram forças de 34G e 57G – ASSISTA e SAIBA MAIS
Brasília, 08 de novembro 2025
Um forte acidente na última volta da corrida sprint do GP de São Paulo marcou o sábado (8/nov) de Gabriel Bortoleto no Autódromo de Interlagos.
Ao disputar posição com Alexander Albon da Williams, o piloto brasileiro da Sauber pisou na parte suja da pista, perdeu o controle do carro e sofreu uma colisão violenta.
Apesar da gravidade do impacto, Bortoleto prontamente informou pelo rádio que estava bem.
Levado ao centro médico por precaução e liberado sem ferimentos, o piloto saiu ileso, mas o incidente o impediu de participar da sessão de classificação que definiria o grid para a corrida principal.
A telemetria revelou a brutalidade do impacto: o carro de Bortoleto estava a 339 km/h no momento do acidente, registrando duas colisões com o muro que geraram forças de 34G e 57G.
Os danos extensivos no chassi deram início a uma corrida frenética de três horas para os mecânicos da Sauber.

Apesar dos esforços heroicos da equipe, não foi possível concluir os reparos a tempo para a classificação.
Como resultado direto, Gabriel Bortoleto não marcou tempo e largará na 20ª e última posição na corrida de domingo (9/nov), um desfecho técnico amargo que colocaria à prova o estado de espírito do piloto.
Apesar do susto, o sentimento de Gabriel Bortoleto era de alívio. “Eu dei sorte”, afirmou o piloto, complementando: “Sou muito sortudo, porque poderia ter sido muito pior”.
Em uma mensagem publicada em suas redes sociais, ele agradeceu à equipe e elogiou a segurança dos carros modernos da Fórmula 1:
“Tive sorte e fui abençoado por sair ileso do meu acidente hoje; foi uma batida enorme, mas estou aqui de pé, e isso mostra não só a qualidade da construção desses carros atualmente, mas também o progresso que fizemos ao longo dos anos em termos de segurança. Gostaria de agradecer aos nossos mecânicos, que fizeram tudo o que podiam para me colocar de volta na pista para a classificação. Eles trabalharam muito para reconstruir meu carro do zero, e quase conseguimos a tempo. Obviamente, não posso deixar de ficar um pouco decepcionado por não ter conseguido me classificar no meu primeiro Grande Prêmio em casa – é uma pena, porque realmente acho que nosso carro era competitivo o suficiente para construir algo neste fim de semana, como demonstrado pela classificação do Nico para o Q3. Mas ainda há uma corrida amanhã. Só quero entrar no carro, pilotar, dar o meu melhor e aproveitar o tempo na pista.”
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