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‘Gabinete do Ódio’ ligado a Eduardo Bolsonaro ‘atacava’ em horário de trabalho, com verba pública

    Computadores do “gabinete do ódio” que funcionaria nas salas do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), ligado a Eduardo Bolsonaro e que foram usados para atacar STF e parlamentares do PSL que mudaram de ideia quanto ao presidente Jair Bolsonaro tiveram finalmente a quebra de sigilo determinada pela Justiça de SP revelando que a maioria dos IPs são de um provedor público de SP, a Prodesp.

    Eduardo Bolsonaro
    e Douglas Garcia
    (Fotomontagem
    Et Urbs Magna)

    A informação de Mônica Bergamo nesta sexta (6) mostra que os ataques vieram de dentro da Alesp, portanto, com grande probabilidade de financiamento com verba pública e tendo sido provado que parte dos IPS foram usados em horário de trabalho, como suspeitaram os deputados Joice Hasselmann e Junior Bozzella que moveram a ação.

    Parecem infinitas as acusações contra o clã Bolsonaro. Mas, na Justiça, hoje reina aquele que em passado recente trabalhou para legalizar a impunidade. As quebras de decoro diárias do presidente e o evidente crime do filho que liga a família presidencial às milícias transformam Sergio Moro em cúmplice.

    As consequências são vistas na Economia. Uma equipe que foi concebida para destruir aqueles que cuidavam do povo não poderia dar certo.

    E os brasileiros que sabem fazer a leitura dinâmica dos fatos políticos e econômicos sofrem conscientemente e de mãos atadas porque grande parte de seus conterrâneos nada vêem de anormal e seguem em apoio total a Bolsonaro.

    1 comentário em “‘Gabinete do Ódio’ ligado a Eduardo Bolsonaro ‘atacava’ em horário de trabalho, com verba pública”

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