O ministro disse que o ex-presidente não deu motivos para a aplicação das cautelares
Brasília, 21 de julho de 2025
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, divergiu dos colegas da Primeira Turma na votação para manter o uso de tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tendo sido o único a votar contra.
O magistrado foi o último a votar e o placar foi encerrado em 4×1 após os ministros formarem maioria desde a sexta-feira (18/jul), com os votos de Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.
Bolsonaro está com a tornozeleira desde o primeiro dia da votação, quando passaram avaliar todas as medidas cautelares devido ao risco do ex-presidentes fugir e continuar atrapalhando as investigações.
Além da tornozeleira, Bolsonaro não pode usar as redes sociais; não pode sair aos fim de semana e, nos dias úteis, deve permanecer em casa das 19h às 6h; não pode se aproximar de embaixadas ou consulados estrangeiros; não pode usar as redes sociais; e não pode contatar embaixadores, autoridades estrangeiras ou outros investigados, o que inclui os filhos Carlos e Eduardo.
Em seu voto, Fux disse que Bolsonaro não deu motivos para a aplicação das cautelares e, assim, as “medidas impostas restringem desproporcionalmente direitos fundamentais, como a liberdade de ir e vir e a liberdade de expressão e comunicação“.









Continua aparecendo como o único “moderado” da primeira turma, só que parece que não está enxergando os movimentos do chefe do Clan facista, ou tem interpretação favorável, é não quer se expôr.
Fux quer manter o seu passaporte para o EUA! E pode trazer mais divergências …
Qual
O presidente que indicou Fux para o STF
Mas é claro que ele defende o bozo, porque não é ele o centro das ameaças de morte.
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