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Freixo e militantes sofrem ataque de bolsonaristas liderados por deputado que quebrou placa de Marielle (vídeo)

    De acordo com o pré-candidato a Deputado Estadual, Rodrigo Mondego, o grupo armado quebrou bandeiras e houve agressões

    “URGENTE: Eu e outros militantes de esquerda estávamos em uma caminhada com o [Marcelo] Freixo na Praça Saenz Pena (Tijuca – RJ) quando fomos atacados por um grupo armado bolsonarista liderado pelo deputado [estadual] Rodrigo Amorim [PTB-RJ], que nos agrediu, quebrou bandeiras e nos ameaçou“, afirmou no Twitter, na manhã deste sábado (16/7), o advogado ex-procurador da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ, Rodrigo Mondego.

    O pré-candidato a deputado estadual pelo PSB disse ainda, em seu tuíte, que estavam “indo para a delegacia” para fazer o registro da ocorrência contra o agressor, que ficou famoso por uma foto viral em que ele posa após quebrar a placa com nome de rua Marielle Franco, ao lado de Daniel Silveira.

    Veja abaixo e leia mais a seguir:

    Parte da ação do deputado bolsonarista foi compartilhada, conforme abaixo, pelo perfil no Twitter ‘@LiaDeSouza1, que afirmou que Marcelo Freixo foi agredido pelo parlamentar e fizeram “questão de falar que estavam armados“.

    Veja abaixo e leia mais a seguir:

    A pré-candidata a deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores, Camila Marins, narrou a “truculência de um grupo de bolsonaristas” enquanto caminhavam pacificamente na Praça Saenz Peña, na Tijuca – RJ.

    Veja abaixo e leia mais a seguir:

    No início deste mês, a PRE (Procuradoria Regional Eleitoral) no Rio de Janeiro, órgão do MPE (Ministério Público Eleitoral), denunciou o deputado bolsonarista Rodrigo Amorim por violência política de gênero.

    De acordo com a denúncia, no dia 17 de maio o deputado teria assediado, constrangido e humilhado Benny Briolly, vereadora do PSOL em Niterói, durante um discurso, conforme noticiou o g1, no dia 4 último. Para a Procuradoria, o crime eleitoral teria como meta impedir e dificultar o desempenho do mandato da vereadora.

    As ofensas ocorreram durante uma discussão em uma sessão ordinária na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), entre Renata Souza (PSOL) e Rodrigo Amorim. A deputada reclamou de interrupções e ofensas de apoiadores bolsonaristas que vaiavam e gritavam palavras de ordem como: “Lixo!”. Os ânimos se exaltaram a sessão foi interrompida e, na volta, Rodrigo Amorim pediu a palavra.

    “Vai xingar outro! Hoje, na Câmara Municipal, um vereador que parece um porco humano [Tarcísio Motta, do PSOL] tava lá chorando dizendo que eu era gordofóbico. Mas ela [Renata Souza] pode se referir aos outros como boi. Talvez não enxergue sua própria bancada, que tem lá em Niterói um boizebu, que é uma aberração da natureza, que é aquele ser que tá ali [Benny Briolly, do PSOL], e eles não enxergam!”, teria dido Rodrigo Amorim, de acordo com a transcrição feita pelo jornal.

    Crime Político

    O vereador e ex-deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) disse, também no Twitter, que a ação dos bolsonaristas caracteriza “crime político”.

    “DENÚNCIA URGENTE: Milícia bolsonarista interrompe atividade da campanha de Freixo no RJ. É crime político impedir o livre exercício dos direitos políticos e ameaçar a ordem democrática. Cadeia neles!“, afirmou Farias.

    文