Com recorde de engajamento, a imagem icônica do aperto de mãos entre líderes globais domina Instagram, X e TikTok com milhões de interações, impulsionando debates sobre diplomacia digital
Brasília, 28 de outubro 2025
A foto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apertando a mão de Donald Trump, capturada pelo fotógrafo Ricardo Stuckert durante o encontro bilateral em Kuala Lumpur, na Malásia, em 26 de outubro de 2025, transformou-se no fenômeno digital do ano.
Segundo dados do instituto Quaest, divulgados em reportagem do O Globo, a imagem acumulou impressionantes 72 milhões de visualizações, 22 milhões de curtidas e 7,5 milhões de compartilhamentos em plataformas como Instagram, X (antigo Twitter), TikTok e Facebook – números que superam até a icônica selfie de Lula com a primeira-dama Janja de 2021, que registrou 65 milhões de views.
Essa explosão de engajamento, mapeada pela ferramenta QuaestScan entre 21 e 27 de outubro, reflete o poder das redes sociais na era da diplomacia simbólica, onde um simples gesto pode ecoar globalmente e moldar narrativas políticas em tempo real.
O cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest, destacou em análise no jornal que o viral da foto exemplifica uma “guerra de narrativas” polarizada: 54% das 778 mil menções foram neutras, 26% positivas – com a esquerda celebrando a aproximação como uma vitória diplomática – e 20% negativas, frequentemente ligadas à direita que tenta associar o momento a Jair Bolsonaro.
A Casa Branca também compartilhou a imagem em suas redes, com Trump declarando “É uma grande honra estar com o presidente do Brasil”, ampliando o alcance para além das bolhas ideológicas.
Essa convergência digital, conforme análise da Ativaweb publicada no Estado de Minas, gerou mais de 3,5 milhões de menções em poucas horas, provando que eventos como esse não só unem, mas desafiam divisões em um mundo hiperconectado.
Em coletiva na Malásia em 27 de outubro, Lula brincou dizendo que teria dito a Trump: “com três reuniões que você fizer comigo, você vai perceber que o Bolsonaro era nada”, sinalizando otimismo para negociações futuras sobre tarifas comerciais.
A declaração, somada ao post de Lula sobre uma “ótima reunião”, como noticiado amplamente, alimenta o buzz contínuo: será esse o turning point para relações Brasil-EUA?
Assim, a diplomacia 2.0 pode mudar o jogo global – o debate está só começando.
RECEBA NOSSAS ÚLTIMAS NOTÍCIAS EM SEU E-MAIL







