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    FMI corta previsão de crescimento global para 3,1% em 2026 e alerta para recessão se conflito no Oriente Médio piorar

    O choque assimétrico da guerra no Irã já derruba as projeções do Fundo e pode empurrar a economia mundial à beira do abismo – o que isso significa para os países em desenvolvimento?

    Kristalina Georgieva, diretora-gerente do FMI, em coletiva de imprensa

    A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, discursa em uma coletiva de imprensa antes das Reuniões de Primavera do Banco Mundial/FMI na sede do FMI em Washington, quinta-feira, 9 de abril de 2026. (Foto AP/José Luis Magana) ASSOCIATED PRESS / José Luis Magana

    RESUMO
    URBS MAGNA

    Washington, D.C. (US) · 14 de abril de 2026

    O FMI (Fundo Monetário Internacional) reduziu a projeção de crescimento do PIB global para 3,1% em 2026, conforme divulgado nesta terça-feira (14/abr) na atualização do World Economic Outlook.

    A revisão reflete o impacto da guerra iniciada em 28 de fevereiro no Oriente Médio, especialmente o conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

    Sem o conflito, a instituição planejava elevar a estimativa. Agora, mesmo no cenário mais otimista, que pressupõe guerra curta, a taxa cai 0,2 ponto percentual em relação à projeção de janeiro.

    A diretora-gerente Kristalina Georgieva afirmou que “mesmo nosso cenário mais otimista envolve uma revisão para baixo do crescimento”.

    A guerra provoca choque de oferta amplo, elevando preços de energia e fertilizantes, pressionando a inflação e reduzindo a confiança dos investidores.

    Países em desenvolvimento sofrem de forma desproporcional, com interrupções no fornecimento e maior insegurança alimentar.

    O FMI adverte que, se o conflito se intensificar e o barril de petróleo permanecer acima de US$ 100 até 2027, a economia mundial pode chegar à beira da recessão.

    A instituição planeja apresentar a revisão completa durante as reuniões de primavera, que ocorrem entre 13 e 18 de abril em Washington.

    Especialistas destacam que o cenário reforça a urgência de estabilidade financeira e de políticas econômicas coordenadas.

    A assimetria do impacto – mais grave para economias emergentes – evidencia a necessidade de multilateralismo fortalecido para proteger os mais vulneráveis e garantir justiça no sistema econômico internacional.




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