A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, se reúnde com o presidente argentino, Javier Milei, à margem do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça |17.1.2024| Foto reprodução @KGeorgieva/X | Ao fundo, um idoso aposentado leva as mãos à cabeça durante um protesto em 2025, em Buenos Aires / Imagem reprodução
| Buenos Aires (AR)
22 de maio de 2026, 16h15
PT aciona TSE contra “Dark Horse” com base em R$ 61 mi do Banco Master (Daniel Vorcaro) intermediados por Flávio Bolsonaro. Ação pede suspensão até eleições, cita caixa 2, lavagem de dinheiro e precedente de 2022. Flávio admitiu ter mentido sobre relação com o banqueiro.
Nesta quinta-feira (21/mai), o FMI aprovou o desembolso de US$ 1 bilhão para a Argentina, mas deixou claro, em comunicado duro, que o governo de Javier Milei não cumpriu a meta de acumulação de reservas internacionais líquidas.
A diretora-gerente Kristalina Georgieva classificou o desempenho como “desigual”.
O órgão, que preside, reforçou o respaldo ao programa, mas exigiu medidas concretas: mais compras de dólares, redução de subsídios e maior ajuste fiscal.
O alerta do FMI expõe as fragilidades do modelo adotado desde a posse de Javier Milei.
Apesar da aprovação do desembolso, a escassez de reservas revela dependência externa e pressiona por austeridade adicional, cenário que afeta diretamente o custo de vida da população e o equilíbrio social.
O ministro da Economia Luis Caputo recebeu o aval ao programa libertário, conforme destacado no comunicado. Contudo, o ponto marcado em vermelho — a falta de reservas — indica que a estratégia de estabilização ainda enfrenta obstáculos significativos.
Fontes como Página 12 e veículos que repercutiram a notícia, entre eles Impacto Corrientes e La Usina, confirmam o tom crítico do documento.
A economia argentina segue em observação, com o programa libertário testado pela realidade das contas externas.
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FAQ Rápido
1. Qual o valor aprovado pelo FMI para a Argentina?
US$ 1 bilhão, liberado após a segunda revisão do acordo.
2. Qual foi o principal ponto criticado pelo FMI?
A ausência de acumulação de reservas internacionais líquidas, considerada meta não atingida.
3. Quais exigências o órgão fez ao governo Milei?
Maior compra de dólares, corte de subsídios e aprofundamento do ajuste de gastos públicos.
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