O avião presidencial decolando de Brasília com destino aos EUA, levando o então presidente e candidato derrotado na eleição de 2022 para o hoje novamente Presidente Lula, com destaque para a faixa presidencial que não foi passada em 1º de janeiro de 2023 / Imagens reprodução / redes sociais / Montagem
Brasília (DF) · 12 de abril de 2026
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, durante evento em Porto Alegre, que, se vencer Lula nas eleições presidenciais de 2026, subirá a rampa do Palácio do Planalto acompanhado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A declaração ocorreu no sábado (11/abr), no lançamento da pré-candidatura do deputado Zucco (PL) ao governo gaúcho, conforme reportagem do O Globo.
“Não apenas o presidente Bolsonaro, mas todas as pessoas que foram perseguidas vão subir a rampa junto com a gente em janeiro do ano que vem”, disse Flávio Bolsonaro, sob narrativa antidemocrática que ignora propositalmente a tentativa de golpe de Estado que condenou seu pai, Jair Bolsonaro, à prisão por mais de 27 anos.
Flávio defendeu ainda projeto em tramitação no Congresso Nacional que busca “zerar o jogo de verdade pra fazer justiça”, não uma anistia, mas um ato de reparação a condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o próprio pai.
A fala do senador ocorre após o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reafirmar, em entrevista recente ao ICL Notícias, o compromisso com a democracia na sucessão presidencial.
Na quarta-feira (8/abr), Lula garantiu que passará a faixa presidencial ao sucessor, independentemente de quem seja. “No meu mandato, quem ganhar as eleições toma posse. Pode ser o meu maior inimigo. Se ele for eleito democraticamente, eu estarei aqui para colocar a faixa nele”, declarou o presidente.
A afirmação de Lula faz referência direta à posse de 2023, quando Jair Bolsonaro abandonou o cargo após ser derrotado na eleição presidencial de 2022 e viajou aos Estados Unidos.
A imprensa noticiou na ocasião que a ação visou “fuga” para não participar da cerimônia de transmissão do cargo, o que mais tarde a justiça revelou que era parte de plano do hoje apenado.
Ao destacar o respeito à escolha das urnas, o Presidente Lula reforça um princípio fundamental da democracia: a alternância pacífica de poder.
Enquanto Flávio Bolsonaro constrói narrativa de união familiar e reparação a perseguidos, Lula coloca o foco na estabilidade institucional.
O contraste surge em plena pré-campanha para 2026, quando a rampa do Planalto volta a simbolizar não apenas a posse, mas o próprio exercício da soberania popular.
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Segundo informações, Bolsonaro foi a Israel em 2018, lá fez um pacto com uma Seita Satânica, se fosse eleito seus eleitores seriam desse demônio. As evidências mostram ser verdade, Bolsonaro como presidente foi um desastre, jogou o Brasil e seu povo na lama, essa gente idolatra esse genocida como o melhor presidente que o Brasil já teve, não dá para intender