📷 O senador Flávio Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o ex-presidente Jair Bolsonaro |•| Arte Urbs Magna
| Brasília (DF)
23 de julho de 2026
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) “apareceu DESESPERADO em novo vídeo pedindo perdão para Michelle”, afirmou o vereador do PT de Minas, Pedro Rousseff, em suas redes sociais.
Segundo o camarista, “o Rachadinha voltou com o RABO ENTRE AS PERNAS e pediu que a ex-primeira dama PARTICIPE de sua campanha”.
🚨ARREPENDEU! Flávio Bolsonaro apareceu DESESPERADO em novo vídeo pedindo perdão para Michelle
— Pedro Rousseff (@pedrorousseff) July 23, 2026
O Rachadinha voltou com o RABO ENTRE AS PERNAS e pediu que a ex-primeira dama PARTICIPE de sua campanha
DEIXE AQUI SUA RISADA 👍😂 pic.twitter.com/HsGSrGXB6q
A relação conturbada
A relação entre Flávio e Michelle sempre foi tensa. Durante as eleições de 2022, houve desconforto, especialmente quando o senador passou a ocupar o protagonismo na campanha do pai, Jair Bolsonaro, enquanto Michelle era escalada para eventos secundários.
Após a derrota, os dois se distanciaram ainda mais, sobretudo após Flávio ter se tornado o principal nome do clã na política.
O que está em jogo
O pedido de desculpas e a reaproximação são movimentos calculados em um momento crítico da campanha. Com a rejeição de Flávio entre as mulheres batendo recordes — segundo o Datafolha, 56% das eleitoras dizem que não votariam nele —, Michelle pode ser a única figura do bolsonarismo capaz de conter essa hemorragia.
O senador teria dito a aliados que está disposto a fazer “o que for preciso” para vencer a eleição, e que o apoio de Michelle é fundamental para isso.
A ex-primeira-dama, que é evangélica e tem perfil mais moderado, pode ajudar a suavizar a imagem do senador, que é visto como radical e alvo de sucessivas investigações.
O movimento também é visto como uma forma de Flávio se aproximar do eleitorado bolsonarista que não se identifica com o senador, mas ainda é fiel à figura do pai.
A presença de Michelle em eventos de campanha poderia resgatar parte desse eleitorado, que hoje migra para outros candidatos ou para a abstenção.
A ex-primeira-dama também não se manifestou publicamente. O movimento, no entanto, já repercute nos bastidores do PL e entre os aliados.
SIGA NAS REDES SOCIAIS

![]()
Compartilhe via botões abaixo:
