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Senador sugere que candidato da direita livre o pai da cadeia, mesmo desafiando a Corte, em declaração que está gerando polêmica – SAIBA MAIS
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Brasília, 16 de junho de 2025
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi entrevistado pelo jornalão Folha de São Paulo e a publicação foi ao ar neste sábado (14/jun).
Em um dos trechos polêmicos de seus posicionamentos ao veículo, o filho Zero Um do ex-presidente réu por tentativa de golpe de Estado, Jair Bolsonaro (PL), afirmou que o candidato à Presidência da República em 2026, apoiado por seu pai inelegível até 2030 e possivelmente preso no pleito do ano que vem, precisará assegurar-lhe um indulto.
A declaração destaca que o futuro presidente deve garantir que o Supremo Tribunal Federal (STF) não anule a medida, mencionando até a possibilidade de “uso da força” como análise de cenário, sem tom de ameaça.
De acordo com Flávio Bolsonaro, seu pai “apoia alguém, esse candidato se elege, dá um indulto ou faz a composição com o Congresso para aprovar a anistia, em três meses isso está concretizado, aí vem o Supremo e fala: “é inconstitucional” volta todo mundo para a cadeia”. Isso não dá.”
Ele defendeu ainda uma anistia ampla, incluindo o ministro Alexandre de Moraes, como “saída honrosa” para evitar conflitos entre poderes.
O senador considera essencial que o candidato da extrema-direita em 2026 se comprometa com o indulto e garanta sua execução, mesmo enfrentando o STF. A fala é uma insinuação de confronto com o Judiciário, e reforçando a tensão política.
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O primogênito de Bolsonaro expressou desejo de continuar no Senado e sugeriu candidaturas de Eduardo e da madrasta Michelle para vagas legislativas, mas não mencionou diretamente seu irmão, falando sobre o indulto. É clara a estratégia bolsonarista de manter influência política.
Assim, foi lançada para 2027 uma nova ameaça de golpe. “Palavras têm sentido, e Flávio Bolsonaro, em entrevista à Folha, ameaçou o país”, escreveu Reinaldo Azevedo em sua coluna na Band News, alertando que a imprensa não pode ignorar o impacto dessas declarações.
Flávio planeja um governo que desafie o STF para proteger Jair Bolsonaro, disse o ICL Notícias, em matéria que reforça a gravidade da proposta de anistia ampla.
A proposta de Flávio reflete a estratégia do bolsonarismo de manter Jair como figura central, mesmo diante de desafios jurídicos.
A menção ao “uso da força” gerou críticas por sugerir desrespeito à separação de poderes, enquanto a anistia ampla é vista como tentativa de blindar aliados.
A ausência de falas diretas de Eduardo sobre o indulto na entrevista indica que o foco recai sobre Flávio como porta-voz da família.
Contudo, a narrativa bolsonarista segue alimentando debates sobre o futuro político da direita no Brasil.












