O presidente do Brasil se complicou ainda mais ao cometer diversos crimes na reunião em que atacou sem provas o sistema eleitoral brasileiro
A candidatura de Jair Bolsonaro (PL) deve ser barrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), de acordo com o advogado e jornalista Nicolau da Rocha Cavalcanti, em artigo postado no jornal antipetista O Estado de S. Paulo. O presidente do Brasil se complicou ainda mais ao cometer diversos crimes na reunião em que atacou sem provas o sistema eleitoral brasileiro.
“Nos últimos meses, o presidente Jair Bolsonaro tem usado reiteradamente o cargo para atacar a normalidade e a legitimidade das eleições. Já reconheceu que não tem provas, mas, mesmo assim, segue difundindo mentiras e desconfiança sobre o sistema eleitoral. E tudo isso em escancarado benefício próprio“, escreve Cavalcanti.
“Jair Bolsonaro afirma que, em 2018, teve mais votos do que aqueles que foram computados pela Justiça Eleitoral. Na segunda-feira, dia 18 de julho, em apresentação a embaixadores no Palácio do Planalto, o presidente da República reiterou as afirmações falsas, num inequívoco ‘abuso do exercício de função’”, prossegue o advogado.
“Há hipóteses de inelegibilidade. Para garantir o funcionamento do regime democrático, a Constituição manda que a candidatura seja barrada antes“, lembra Cavalcanti no texto, acrescentando que “o TSE e a população têm experiência com medidas drásticas“.
“Em segundo lugar, o que pode ser classificado como drástico ou desproporcional depois do que ocorreu no dia 18 de julho no Palácio do Planalto?“, diz, referindo-se ao encontro de Bolsonaro com os embaixadores de mais de 40 países, na data a que se referiu.
“Por último, o que pode ser mais drástico para o País do que limitar a força normativa de dispositivos constitucionais que protegem os direitos políticos?“, questionou o advogado.

Plinio fernando Pereira exatamente isto
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