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Feghali: “É bom que o filho 03 de Bolsonaro entenda: não se agride mais a democracia do Brasil impunemente”

    Feghali: “É bom que o filho 03 de Bolsonaro entenda: não se agride mais a democracia do Brasil impunemente”


    JANDIRA FEGHALI e EDUARDO BOLSONARO | Imagens reprodução @jandira_feghali/X


    Eduardo Bolsonaroé um traidor da Pátria“, afirma a deputada – SAIBA MAIS

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    Brasília, 27 de maio de 2025

    A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) traiu o Brasil ao buscar apoio do governo de Donald Trump para interferir no Judiciário brasileiro.

    Em suas redes sociais, ela declarou: Eduardo Bolsonaro se licenciou do cargo de deputado federal brasileiro e foi para os EUA conspirar… contra o Brasil. Faz isso abertamente, sem esconder de ninguém que busca influenciar o governo do extremista Donald Trump contra o próprio país. É um traidor da Pátria.

    A parlamentar destacou que a investigação iniciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e aceita pelo Supremo Tribunal Federal (STF) é uma resposta às ações de Eduardo, que, segundo ela, “atrapalham investigações contra golpistas e atentam contra o Estado Democrático de Direito, especialmente no contexto dos atos de 8 de janeiro de 2023.

    A PGR, liderada pelo procurador-geral Paulo Gonet, pediu a abertura de inquérito contra Eduardo Bolsonaro em 26 de maio, alegando que o deputado tenta coagir o STF ao articular sanções nos Estados Unidos contra o ministro Alexandre de Moraes, relator de inquéritos como o das fake news e da tentativa de golpe de 2022.

    Gonet afirmou que “há indícios de que o parlamentar estaria cometendo os crimes de obstrução contra investigações, coação no curso do processo e atentado à soberania do Brasil.

    Eduardo respondeu nas redes sociais, afirmando que “a Justiça depende do cliente” e acusando a PGR de agir politicamente, intensificando o embate com as instituições brasileiras.

    O inquérito, relatado por Alexandre de Moraes, foi motivado por declarações públicas de Eduardo, que defendeu sanções como “cancelamento de vistos, bloqueio de bens e restrições econômicas” contra autoridades brasileiras.

    Ele afirmou que só voltará ao Brasil se conseguir sanções contra Moraes, desafiando o governo Lula: “Se o Governo Lula quiser comprar a briga do Moraes e mergulhar o Brasil numa disputa contra os Estados Unidos, isso vai ser uma decisão do Presidente Lula.

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    As ações de Eduardo seriam custeadas por doações de apoiadores, semelhante ao método usado por Jair Bolsonaro, o que reforça a suspeita de tentativa de interferência em processos criminais contra o ex-presidente.

    A reação política foi intensa. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, protocolou uma notícia-crime contra Eduardo, enquanto Guilherme Boulos (Psol) acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar o uso de recursos públicos nas viagens do deputado aos EUA.

    Especialistas veem indícios suficientes para investigação, mas questionam se as ações configuram crime contra a soberania nacional, com penas de 3 a 8 anos.

    Parlamentares como Orlando Silva (PCdoB-SP) reforçaram a acusação de traição, chamando Eduardo de “agente dos interesses de Trump e Elon Musk para solapar a soberania nacional”.

    A investigação pode impactar a estratégia bolsonarista para 2026, enquanto o STF e a PGR intensificam esforços para proteger a democracia brasileira.

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