Número de turistas internacionais foi quase 10 vezes a média do planeta – 37% no Brasil contra 4% no mundo
Brasil registrou 9,287 milhões de turistas internacionais em 2025, crescimento de 37% vs 4% global, per UN Tourism. Embratur credita a reconstrução de imagem sob Lula, com foco em sustentabilidade e democracia. Receita ultrapassou US$7 bi, impulsionando economia. Rio de Janeiro destacou-se com 2,19 milhões de visitantes.
Brasília (DF) · 23 de janeiro de 2026
No ano de 2025, o Brasil consolidou-se como um dos destinos mais cobiçados do planeta, registrando um influxo inédito de 9.287.196 turistas internacionais, conforme dados oficiais divulgados pelo Ministério do Turismo e pela Embratur.
Esse número representa um salto de 37,1% em relação a 2024, quando 6,77 milhões de visitantes estrangeiros pisaram em solo brasileiro, superando em larga escala a média global de crescimento, que foi de apenas 4%, segundo a UN Tourism (Organização Mundial do Turismo, OMT).
Esse desempenho posicionou o Brasil como o país com o maior crescimento em chegadas internacionais nas Américas e o segundo no mundo, atrás apenas de nações menores como as Ilhas Vanuatu, conforme o relatório da Euronews.
Fontes internacionais corroboram os argumentos da cobertura jornalística brasileira, como a The Rio Times, com sua análise de que o Brasil ultrapassou metas do Plano Nacional de Turismo 2024-2027, que previa apenas 6,9 milhões de visitantes para 2025.
O boom é atribuído pela Travel and Tour World a uma combinação de atrações culturais, festivais e eventos como o Carnaval e shows internacionais, incluindo o concerto gratuito de Lady Gaga na praia de Copacabana, que atraiu multidões globais.
O Brasil liderou o turismo na América do Sul, com argentinos respondendo por mais de 3 milhões de visitas – um aumento de 80% impulsionado pela proximidade e câmbio favorável, reportou a UPI. Americanos, chilenos e europeus, especialmente de França, Portugal e Alemanha, completam o ranking.
Mesmo com desafios logísticos em um país continental, o apelo natural e cultural prevaleceu, reportou o El País España , com o Rio de Janeiro recebendo 2,19 milhões de estrangeiros, gerando impacto econômico de R$ 24,5 bilhões.
A reconstrução da imagem internacional do Brasil sob a administração de Luiz Inácio Lula da Silva emerge como fator pivotal.
Marcelo Freixo, presidente da Embratur, afirmou, em comentário a um vídeo da GloboNews, postado pelo comunicador social Lázaro Rosa, que “isso é resultado de um trabalho técnico da Embratur de promoção internacional dos nossos destinos turísticos, mas, sem dúvidas, também é reflexo da reconstrução da imagem do Brasil no exterior. Hoje somos um país desejado, que tem compromisso climático e respeita a democracia.”
Essa visão é ecoada pelo The Telegraph, que liga o boom ao foco em proteção ambiental na Amazônia e estabilidade política pós-Bolsonaro.
Além disso, investimentos em conectividade aérea cresceram 15% em capacidade de assentos internacionais no primeiro semestre de 2025, como detalhado pelo ex-ministro do Turismo Celso Sabino ao El País España.
A Secretaria de Comunicação Social do governo reportou que turistas injetaram US$ 7,3 bilhões na economia até novembro, o maior valor em 15 anos, impulsionando setores como hotelaria e eventos. A relação entre o tema do turismo e a economia sob a gestão de Lula revela uma sinergia estratégica.
O foco em diplomacia multilateral, incluindo cúpulas como o G20 e COP30 em Belém, não apenas elevou a visibilidade global do Brasil, mas também fomentou parcerias que ampliaram o fluxo de visitantes.
Políticas de inclusão social e sustentabilidade, como o compromisso com a redução do desmatamento na Amazônia, atraíram turistas ecologicamente conscientes, gerando empregos diretos em regiões vulneráveis e contribuindo para cerca de 8% do PIB nacional, conforme dados do Valor International.
Essa abordagem integrada transformou o turismo em vetor de desenvolvimento equilibrado, mitigando desigualdades regionais. Ademais, a recuperação econômica pós-pandemia, aliada a incentivos como o programa “Tax Free” sancionado por Lula em 16/jan de 2025, estimulou gastos estrangeiros, elevando a receita para níveis recordes.
Com projeções do WTTC indicando uma contribuição de US$ 167,6 bilhões ao PIB em 2025, o setor não só impulsiona o crescimento, mas reforça a resiliência econômica, criando 8,3 milhões de empregos e promovendo diversificação além das commodities tradicionais.

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E 2026 vai ser ainda melhor…, se Deus quiser…, até porquê o governo está fazendo a parte dele…, é NÓIS!!!💚🇧🇷❤️‼️‼️‼️…
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