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Ex-juíza Ludmila Grilo faz interpretação ‘bizarra’ da lei e choca jornalista que a chama de ‘jumento’ (vídeo)

    “...esta mulher, antes de fugir para os EUA, era uma JUÍZA! Essa “interpretação” da lei é digna de um verdadeiro jumento“, disse antes de sugerir o cancelamento de todos os julgamentos que ela fez na vida” por que o que ela disse “é “bizarro demais” – Lembre quem é ela e o que disse

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    A ex-juíza do TJ-MG (Tribunal de Justiça) do Estado de Minas Gerais, Ludmila Lins Grilo, que foi aposentada compulsoriamente em maio de 2023 por criticar ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), aparece em um vídeo, que está sendo compartilhado pela extrema direita nas redes sociais, afirmando que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, “incorre no crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito” por investigar Jair Bolsonaro (PL).

    Segundo ela, o ex-presidente exercia seu legítimo poder como chefe do Executivo quando “supostamente fez uma minuta de Estado de Defesa“, que, segundo ela, é “uma minuta de um ato constitucional” legítimo. Só que ela se esqueceu que Bolsonaro foi derrotado democraticamente nas urnas para Lula.

    As declarações da ex-magistrada indignou o jornalista Clayson Felizola, do canal no YouTube ‘Clayson‘, onde ele afirmou que a fugitiva da Justiça brasileira faz uma ““interpretação” da lei que “é digna de um verdadeiro jumento“.

    Por conta disso, Clayson sugeriu que todas as duas decisões judiciais, “dos julgamentos que fez na vida“, devem ser “canceladas“, tamanha a “bizarrice” da interpretação do artigo 359L do Código Penal.

    Na plataforma social de microblogging ‘X‘, Clayson postou o trecho com a fala da ex-juíza que a extrema direita enfia goela abaixo de seu público, que ele chama de “gado” justamente por morder a isca e, assim, ser alimentado pelos discursos de ódio.

    Assista:

    No início de janeiro, após o réveillon, Grilo, disse na rede social ‘Locals‘, que adotou, assim como os também fugitivos Bruno Aiub Monteiro, o Monark, e Allan dos Santos, desde que foram banidos de outras plataformas por ordem de Moraes, que está em “exílio” nos Estados Unidos há 2 anos.

    Esse foi meu 2º réveillon nos Estados Unidos da América, a terra da liberdade onde eu escolhi viver, e que caridosamente me acolheu e me protegeu da ditadura que, miseravelmente, se instalou no meu país “, afirmou Grilo. “Sou, oficialmente, uma juíza brasileira em asilo político nos Estados Unidos.

    Ludmila Lins Grilo era titular da Vara Criminal e da Infância e Juventude de Unaí (MG) quando, em janeiro de 2021, criticou as políticas públicas contra a pandemia de covid, bem como os ministros do STF, especialmente Moraes e o hoje presidente da Corte, Luis Roberto Barroso, chamando-os de “perseguidores-gerais da República do Brasil”.

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