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Evangélicos bolsonaristas escondem que ‘o Senhor é meu pastor, mas o pastor não é meu Senhor’ (video)

    Assim, eles conseguem “controlar o rebanho”, diz Eliel Batista, explicando que apoio a Bolsonaro se deve ao temor de perda de seu papel social e politico

    Eliel Batista, em cuja bio no Twitter se define como “orientador da espiritualidade, escritor e conselheiro matrimonial “, postou, nas redes sociais, um vídeo em que explica, com método, os motivos que unem outros pastores evangélicos em torno do presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Na produção, ele afirma que estes que “perderam a autoridade espiritual” temem a perda de sua “posição política que eles ocupam nas denominações“. Por isso, o alinhamento com Bolsonaro.

    “O que tem unido esses pastores é o desespero para não vir à tona a desestruturação do poder político deles; da posição que ocupam”, diz o “orientador da espiritualidade”.

    “Pastores que percebem que perderam a autoridade espiritual, que é uma relação com a fé, lançam mão da autoridade politica, que é a relação com a posição social que ocupam, para controlar o rebanho”.

    O vídeo já alcança quase 60 mil curtidas, provando que Eliel Batista é um pastor que vale a pena seguir, em lugar dos “fariseus [como LULA os vê]”, que usam a fé do povo brasileiro para o enriquecimento. O ex-presidente chegou a classificar, desta forma, o candidato à Presidência derrotado no primeiro turno, Padre Kelmon.

    No Twitter, Eliel comemorou o alcance de sua postagem e demonstrou preocupação com “as muitas pessoas nos comentários afirmando que chegaram a pensar que estavam ficando loucas, por não concordarem com a apologia bolsonarista de seus pastores“.

    Assista ao vídeo:

    Pastor Eliel Batista explica que pastores evangélicos se unem em torno de Bolsonaro com temor da perda de sua posição política l Reprodução TikTok | @profelielbatista/TikTok
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