📷 Print de imagens de vídeo divulgado pelo Pentágono, nos EUA, mostra objeto sobre o Mar da China / Imagem reprodução
| Washington, D. C., (US)
12 de julho de 2026
O Pentágono divulgou na sexta-feira (10/jul) imagens infravermelhas de um objeto alongado não identificado captado por sensor de plataforma militar dos EUA sobre o Mar do Sul da China em 1º de janeiro de 2024.
O material integra a quarta tranche de arquivos liberados sob a diretiva de transparência do Departamento de Guerra e foi enviado pelo Indo-Pacific Command à All-domain Anomaly Resolution Office (AARO).
A gravação de 1 minuto e 46 segundos, disponível no site oficial DVIDS, mostra o sensor rastreando inicialmente uma área de contraste.
Ao aproximar, o objeto aparece como área de contraste alongada. Em seguida, a imagem revela uma linha de várias áreas de contraste movendo-se diagonalmente pelo campo de visão.
A descrição oficial enfatiza que o texto serve apenas para fins informativos e não representa conclusão analítica sobre a natureza ou origem do fenômeno.
Fontes militares americanas não identificaram o objeto como aeronave conhecida, drone convencional ou fenômeno natural.
A liberação ocorre em momento de tensão persistente no Mar do Sul da China, região com disputas territoriais envolvendo a China e países vizinhos, além de presença naval americana regular.
A divulgação pública de tais registros fortalece o direito à informação e pode contribuir para reduzir especulações que alimentam narrativas de confronto.
Relatos anteriores de UAP (Unidentified Anomalous Phenomena) na região incluem vídeos de objetos esféricos ou em formação, mas o caso de 1º de janeiro de 2024 destaca-se pela forma alongada inicial.
O Pentágono mantém que a maioria dos casos resolvidos tem explicação prosaica, enquanto os não resolvidos exigem investigação continuada.
A transparência em temas de segurança nacional representa avanço democrático, especialmente quando envolve plataformas militares em águas internacionalmente sensíveis.
A ausência de conclusões definitivas reforça a necessidade de cooperação internacional em protocolos de compartilhamento de dados, evitando que incidentes isolados escalem tensões geopolíticas.
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