Imagens dramáticas circulam nas redes sociais; Trump exige derrubada de Teerã (assista) enquanto mísseis iranianos incendeiam; medo de conflito regional é amplo – SAIBA MAIS
Brasília (DF) · 28 de fevereiro de 2026
Os Estados Unidos e Israel iniciaram ataques aéreos coordenados contra o Irã na madrugada deste sábado (28/fev), mirando instalações militares chave, locais relacionados ao programa nuclear e símbolos da autoridade do regime em cidades como Teerã, Isfahan e Qom.
Let the world know that we did not start this war pic.twitter.com/9G3vbJYw1D
— Iran Military Monitor (@IRIran_Military) February 28, 2026
A operação, batizada de “Leão Rugindo” por autoridades israelenses e “Fúria Épica” pelo Pentágono, ocorreu em pleno dia para maximizar o elemento surpresa, conforme fontes próximas ao planejamento.
Explosões sacudiram centros urbanos, com relatos iniciais de vítimas civis, incluindo pelo menos 57 estudantes mortas quando uma escola de meninas em Minab, província de Hormozgan, foi atingida.
"EEUU nunca antes había experimentado una serie de ataques aéreos tan masivos y simultáneos de tan amplio alcance contra sus bases militares en el extranjero, como los de hoy de Irán".
— Daniel Mayakovski (@DaniMayakovski) February 28, 2026
Un oficial de EEUU declaró al Wall Street Journal que el ejército imperialista ha quedado en… pic.twitter.com/3yTJBpR09c
Imagens de satélite e vídeos geolocalizados capturaram colunas de fumaça subindo sobre as áreas afetadas, destacando a intensidade do bombardeio.
O Irã retaliou rapidamente, lançando mísseis balísticos e drones contra territórios ocupados por Israel e bases militares americanas no Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Jordânia.
Sirenes antiaéreas ecoaram por Israel, com interceptações registradas, mas sem confirmação imediata de impactos graves.
Os ataques marcam a segunda vez que Washington atinge o Irã em meio a negociações diplomáticas, após incidente similar em junho de 2025 que danificou instalações nucleares sem interromper completamente o programa de Teerã.
O governo dos Estados Unidos, sob comando do presidente Donald Trump, apresentou a ofensiva como medida indispensável para neutralizar as ambições nucleares e capacidades de mísseis do Irã.
Em pronunciamento em vídeo no Truth Social, Trump afirmou: “As forças armadas dos Estados Unidos estão conduzindo uma operação massiva e contínua para impedir que esta ditadura radical e perversa ameace a América e nossos interesses de segurança nacional essenciais.”
Ele acusou Teerã de rejeitar chances de renunciar às armas nucleares, alegando que o regime reconstruía instalações destruídas em ataques anteriores e desenvolvia mísseis capazes de alcançar o território continental americano — afirmação contestada por fontes de inteligência como exagerada.
A Casa Branca destacou que a operação visa “destruir seus mísseis e arrasar a indústria de mísseis até o chão“, convocando os iranianos a derrubar seu governo.
Os EUA planejam ataques de vários dias, incluindo alvos como o líder supremo Ali Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian, conforme reportagem exclusiva da CNN International.
Um oficial americano informou ao The Washington Post que os ataques integram “operações de combate de grande escala” para eliminar ameaças e promover mudança de regime.
O governo israelense descreveu a ofensiva conjunta como medida preventiva contra uma “ameaça existencial“.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou em vídeo: “O objetivo da operação é pôr fim à ameaça do regime do Aiatolá no Irã.”
Ele ressaltou ataques a instalações da Guarda Revolucionária Islâmica e Basij, além de sítios de mísseis balísticos. Uma fonte de segurança israelense confirmou à The Times of Israel que a operação foi planejada por meses, com escolha de horário diurno para surpreender o Irã.
A Channel 12 News, citando fontes anônimas, reportou “sucesso muito elevado” em alvos de alto escalão, incluindo Khamenei e Pezeshkian, embora resultados permaneçam não confirmados.
A Jerusalem Post observou que imagens de satélite indicavam danos ao complexo de Khamenei, com um oficial militar iraniano negando as informações.
O governo iraniano condenou os ataques como “agressão não provocada” e prometeu “resposta esmagadora“.
O ministro das Relações Exteriores Abbas Araghchi instou Estados da região a cumprirem sua “responsabilidade histórica” contra os invasores, alertando que qualquer ponto usado pelos EUA se tornaria alvo legítimo.
A Guarda Revolucionária Islâmica executou a “Operação Promessa Verdadeira-4“, atingindo bases americanas no Bahrein (sede da Quinta Frota), Catar (Base Aérea Al Udeid) e outros locais do Golfo, além de alvos israelenses em Tel Aviv, al-Quds ocupada e Be’er Sheva.
Segundo a IRNA, os ataques violaram o direito internacional durante negociações, com o porta-voz Esmaeil Baqaei classificando-os como “crime flagrante“.
Reportagens relatam pelo menos 57 estudantes mortas em ataque a escola, denominado “crime de guerra“.
O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã anunciou “resposta decisiva“, com impactos iniciais de mísseis confirmados em cinco bases americanas principais.

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