Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo

EUA classificam PCC e Comando Vermelho como terroristas após reunião de Flávio Bolsonaro com Rubio

 

 

Eduardo Bolsonaro, Paulo

Da esquerda para direita: O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o empresário Paulo Figueiredo, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o senador Flávio Bolsonaro / Imagem reprodução X/@pfigueiredo08

RESUMO
 
URBS MAGNA
 

| Brasília (DF)
28 de maio de 2026

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28/mai) que vai classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

A decisão, comunicada pelo secretário de Estado Marco Rubio, transforma as duas maiores facções criminosas brasileiras em alvos de sanções financeiras, bloqueio de ativos e proibição de qualquer forma de apoio material.

A medida inclui duas etapas: designação imediata como “Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGT) e inclusão, a partir de 5 de junho, na lista de “Organizações Terroristas Estrangeiras” (FTO).

Segundo o comunicado oficial, as facções comandam milhares de integrantes e orquestram “ataques brutais” contra policiais, autoridades públicas e civis, com redes que se estendem pela América Latina e chegam ao território americano.

O anúncio ocorreu um dia após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se reunir com Marco Rubio. O parlamentar, que também encontrou Donald Trump na Casa Branca na terça-feira (26), celebrou a notícia como “grande dia”.

A iniciativa reforça a agenda do governo Trump de desmantelar cartéis transnacionais. O governo brasileiro, liderado pelo Presidente Lula, atuava desde março para impedir a classificação.

Em 2025, o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, já havia negado pedido semelhante, argumentando que as facções não possuem motivação ideológica, política ou religiosa — requisito previsto na lei antiterrorismo brasileira.

Especialistas citados pela Agência Brasil lembram que a legislação nacional já prevê penas mais rigorosas para facções do que a lei antiterrorismo.

A classificação americana, porém, facilita investigações conjuntas, congelamento de recursos e deportações, ampliando o alcance do combate ao crime organizado que opera em mais de 30 países.

Até o fechamento desta edição, o governo brasileiro ainda não divulgou posicionamento oficial sobre os próximos passos.

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

FAQ Rápido

O que muda com a classificação de PCC e CV como terroristas?
Permite sanções econômicas, bloqueio de bens nos EUA, proibição de apoio material e maior cooperação policial internacional.

Por que o governo Lula se opunha à medida?
Temia que a designação pudesse justificar intervenções externas ou tensionar a soberania nacional em meio a relações diplomáticas complexas.

Qual o impacto para a segurança pública brasileira?
A decisão reforça o combate ao crime transnacional, mas exige que o Brasil mantenha o protagonismo no enfrentamento às facções dentro de suas fronteiras.

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::



SIGA NAS REDES SOCIAIS




Compartilhe via botões abaixo:

1 comentário em “EUA classificam PCC e Comando Vermelho como terroristas após reunião de Flávio Bolsonaro com Rubio”

  1. Reinaldo Gonçalves da Cruz

    O bolsonarismo mente, tenta esconder a verdade, todo mundo sabe, o povo sabe, o bolsonarismo é uma facção criminosa

Comente com moderação

🗣️💬

Discover more from Urbs Magna

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading