Mestranda de 28 anos desapareceu após sair de estação de metrô e foi achada com sinais de violência na Zona Leste – SAIBA MAIS
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Brasília, 19 de abril de 2025
Bruna Oliveira da Silva, de 28 anos, turismóloga e mestranda em Mudança Social e Participação Política na USP, foi encontrada morta na quinta-feira (17/abr) em um estacionamento na Avenida Miguel Ignácio Curi, Vila Carmosina, Zona Leste de São Paulo.
Desaparecida desde domingo (13/abr), após sair da estação Corinthians-Itaquera, ela era mãe de um menino de 7 anos e reconhecida por seu engajamento no feminismo e contra a violência de gênero.
Segundo a família, Bruna passou o fim de semana na casa do namorado no Butantã e, ao tentar voltar para casa, informou à mãe que perdeu o ônibus e estava com pouca bateria no celular.
Apesar de receber uma transferência para pagar um carro de aplicativo, ela não chegou a usá-lo, e seu celular foi acessado pela última vez às 22h21, conforme noticiado pelo g1.
O corpo de Bruna apresentava marcas de agressão, estava sem roupas e com sinais de possível violência sexual, segundo a amiga Karina Amorim.
A identificação foi feita no IML por meio de tatuagens, incluindo uma de aranha, conforme relatado pela mãe, Simone da Silva.
A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), investiga o caso como morte suspeita, aguardando laudos do Instituto de Criminalística e IML para determinar a causa do óbito.
Até o momento, não há suspeitos identificados, e imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas.
Bruna, que também era professora no colégio Vital Brazil e havia trabalhado como “travel designer” na Levitatur Viagens, era descrita como uma pessoa doce, sem maldade, que amava ajudar o próximo, segundo seu pai, Florisvaldo Araújo de Oliveira.
Sua mãe destacou o impacto da perda, afirmando que Bruna era sua maior inspiração e incentivadora de independência.
A jovem, apaixonada por criar experiências de viagem, deixou um legado de luta por igualdade, mas morreu de forma trágica, como temia, vítima de violência.
O caso reacende debates sobre segurança e violência contra mulheres em São Paulo.
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A investigação segue em andamento, com a polícia coletando evidências, como um tênis identificado pela família, e buscando esclarecer as circunstâncias do crime.
A comunidade acadêmica da USP e amigos lamentaram a perda nas redes sociais, reforçando a demanda por justiça.
A história de Bruna, uma mulher dedicada à família, à educação e à luta por direitos, evidencia a urgência de medidas contra a violência de gênero, enquanto sua memória permanece como símbolo de resistência.












