“O STF vai prosseguir com o julgamento, analisar as provas da CPMI, PF e PGR. A tentativa de anular as eleições e implantar uma ditadura, será punida e o PL isolado”, afirma o deputado – SAIBA MAIS
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Brasília, 12 de abril de 2025
O governo Lula, apoiado por aliados como o deputado Rogério Correia (PT-MG), reforça a resistência à proposta de anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Em postagem no X, Correia afirmou que “não haverá anistia” e previu que Jair Bolsonaro será “condenado e preso até o fim do ano”, com o STF avançando no julgamento com base em provas da CPMI, PF e PGR.
Segundo o parlamentar, a tentativa de golpe para anular as eleições de 2022 será punida, isolando o PL, partido de Bolsonaro.
Escrevam. Não vai ter anistia a Bolsonaro, que será condenado e preso até o fim do ano. O STF vai prosseguir com o julgamento, analisar as provas da CPMI, PF e PGR. A tentativa de anular as eleições e implantar uma ditadura, será punida e o PL isolado. https://t.co/NATPLmCwJ1
— Rogério Correia (@RogerioCorreia_) April 12, 2025
A estratégia do governo, conforme revelado por O Globo, inclui usar o represamento de 1.136 requerimentos de urgência na Câmara para evitar que o projeto de anistia “fure a fila”, aliviando a pressão sobre o presidente da Casa, Hugo Motta.
A articulação bolsonarista, liderada pelo PL, já reúne 257 assinaturas para acelerar a tramitação da anistia, número suficiente para votação em plenário.
No entanto, o governo aposta na resistência de aliados e na opinião pública para barrar a medida.
O grupo jurídico Prerrogativas, próximo a Lula, classificou qualquer acordo como “vergonha”, planejando expor deputados favoráveis à anistia.
Enquanto isso, o PL ameaça obstruir pautas no Congresso, intensificando o embate político.
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O STF, monitorando as movimentações, teme que a anistia crie precedentes perigosos.
A Corte já tornou Bolsonaro réu por tentativa de golpe, com base em investigações robustas, incluindo a delação de Mauro Cid.
No Senado, um pacto entre governistas e bolsonaristas adia o debate até a decisão da Câmara, enquanto ocorre pressão de movimentos civis por punição.
A denúncia da PGR contra Bolsonaro, prevista para consolidar acusações de golpismo, é vista como trunfo para frear a anistia.
A tensão reflete o cabo de guerra entre a preservação da democracia e interesses políticos.
Enquanto o governo Lula busca estabilidade, enfrentando divisões até na base aliada — com mais de 70 deputados de partidos governistas assinando a urgência da anistia, a sociedade civil e o STF reforçam a luta contra a impunidade.
A batalha no Congresso será decisiva para o futuro político do Brasil.












