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Érika Hilton desmente jornalões sobre maquiadores pagos com verba de gabinete em Paris

    Ronaldo Hass e Érika Hilton | Imagem reprodução/@ronaldohass

    “Conheci eles como maquiadores, identifiquei outros talentos e os chamei para trabalhar comigo; quando podem, fazem minha maquiagem“, afirma a deputada esclarecendo funções de secretários parlamentares e denunciando perseguição política

    RESUMO <<A deputada Érika Hilton (PSOL-SP) rebateu acusações publicadas pelo portal Metrópoles de que usaria verba de gabinete para contratar maquiadores pessoais, incluindo despesas em Paris, classificando-as como “invenção” e “perseguição política”. Ela esclareceu que os assessores Ronaldo Hass e Índy Montiel, remunerados como secretários parlamentares, desempenham funções legislativas essenciais, como elaboração de relatórios e acompanhamento em agendas no Brasil e exterior, embora também façam sua maquiagem ocasionalmente. Hilton destacou que a rápida disseminação das alegações reflete uma tentativa de desmontar seu mandato, que representa pautas LGBTQIA+, jovens e periferias, e desafiou os críticos, afirmando que continuará seu trabalho com dedicação>>


    Brasília, 24 de junho de 2025

    A deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) rebateu com veemência as acusações de que teria usado verba de gabinete para contratar maquiadores pessoais, incluindo supostas despesas em Paris.

    Em postagem na plataforma de microblog X, ela classificou as alegações como “simplesmente uma invenção” e detalhou as funções de seus assessores, Ronaldo Hass e Índy Montiel, que ocupam cargos de secretários parlamentares na Câmara dos Deputados.

    Afirmou ainda que os dois profissionais desempenham tarefas legislativas essenciais, como “assessoramento em comissões, elaboração de relatórios, preparação de briefings e diálogo com a população”.

    O que aconteceu?

    A coluna de Andreza Matais (ex-Estadão e ex-Folha), no portal de notícias Metrópoles, publicou na segunda-feira (23/jun) que Erika Hilton paga seus dois maquiadores com verba da Câmara, tendo incluído Ronaldo Hass e Indy Montiel na folha de pagamento do gabinete como assessores parlamentares.

    A matéria sugere que ambos foram contratados apenas para serviços de maquiagem, com salários de R$ 2,1 mil (Índy Montiel) e R$ 9,6 mil (Ronaldo Hass) mensais.

    A informação gerou críticas de opositores, como o governador Romeu Zema (Novo-MG) e o deputado Junio Amaral (PL-MG), que protocolou denúncia na Procuradoria-Geral da República (PGR) por suposta improbidade administrativa.

    Érika rebateu, apontando “perseguição política” e “revanchismo” de adversários que, segundo ela, não aceitam suas conquistas legislativas, como a PEC pelo Fim da Escala 6×1 ou o combate a projetos de lei da oposição.

    Eles a acompanham em agendas em São Paulo, Brasília, interiores e até no exterior, com atividades documentadas por fotos e vídeos.

    A deputada esclareceu que conheceu Ronaldo e Índy como maquiadores, mas identificou neles “outros talentos” que os qualificaram para o trabalho parlamentar. “Quando podem, fazem minha maquiagem, e eu os credito por isso. Mas, se não fizessem, continuariam sendo meus secretários”.

    A parlamentar destacou que a velocidade com que a narrativa se espalhou, transformando um tweet em “trending topic” e onda de ataques, reflete “uma tentativa de desmonte” de seu mandato, que representa pautas LGBTQIA+, jovens e periferias.

    “É uma revanche de quem não digere meu sucesso ou minha existência”, afirmou. Ela reforçou que seu gabinete, com 14 assessores dentro do limite permitido pela Câmara, segue trabalhando com dedicação.

    A deputada finalizou desafiando os críticos: “Que a indigestão dessa gente comigo continue se acumulando. Que os exploda por dentro. Porque aqui, eu e meu gabinete continuaremos trabalhando”.

    Leia a reação de Érika Hilton

    Não, meus amores, eu não contrato maquiador com verba de gabinete. Isso é simplesmente uma invenção. O que eu tenho são dois secretários parlamentares que, todos os dias, estão comigo e me assessoram em comissões e audiências, ajudam a fazer relatórios, preparam meus briefings, dialogam diretamente com a população e prestam um serviço incrível me acompanhando nas minhas agendas em São Paulo, em Brasília, nos interiores e no exterior.

    Tudo completamente comprovado por fotos, vídeos e pelo próprio trabalho cotidiano deles. E sim, conheci eles como maquiadores, identifiquei outros talentos e os chamei para trabalhar comigo. Quando podem, fazem minha maquiagem e eu os credito por isso. Mas se não fizessem, continuariam sendo meus secretários parlamentares. E a velocidade com que espalharam essa mentira ontem é desumana.

    Um tweet, que virou uma matéria de título tendencioso, que virou trending topic, que virou uma onda de tweets e postagens da parlamentares da extrema-direita e daquelas figurinhas de sempre. Isso não são sintomas de uma reação por uma contratação vista como suspeita num gabinete. Isso temos dia sim, dia não, na política. E nunca acontece dessa forma. Isso são sintomas de uma perseguição, de uma tentativa de desmonte generalizado de tudo que alguém faz e já fez.

    São sintomas de uma revanche, daqueles eternos derrotados no debate público, que ainda não digeriram de tal PL que foi barrado, ou então porque tive sucesso em uma proposta ou denúncia que não queriam que avançasse. De políticos e empresários que ainda não digeriram nem que a PEC pelo Fim da Escala 6×1 conseguiu as assinaturas necessárias pra tramitar.

    Que não digeriram o contato direto com a juventude capaz de, em duas semanas, barrar um PL que demoraram um ano pra escrever e articular. Que não digeriram um vídeo de denúncia de uma fake news ou o simples fato de que eu, Erika Hilton, existo e sigo viva. Que a indigestão dessa gente comigo continue se acumulando.

    Que os exploda por dentro. Porque aqui, eu e meu gabinete continuaremos trabalhando. Comigo, com Ronaldo, com Indy e com tanta gente extremamente qualificada. Gente que você vai fazer uma maquiagem e percebe que a pessoa faria um trabalho melhor do que equipes inteiras”.

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