ARRASTE 0%
Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
```html ```
Avançar para o conteúdo

“Era isso que Israel tinha que fazer”, diz Pontual sobre ataque a ambulância que matou crianças (vídeo)

    O correspondente da GloboNews em Nova Iorque quase comemorou a possível morte de combatentes do Hamas junto com médicos, pacientes e mais inocentes – ASSISTA

    O correspondente da GloboNews em Nova Iorque, Jorge Pontual, avaliou que “era isso que Israel tinha que fazer” referindo-se ao ataque do Estado sionista contra palestinos em uma ambulância que tentava chegar ao Egito. Entre os mortos inocentes estavam crianças, médicos e pacientes.

    Receba notícias do Canal Urbs Magna no WhatsApp

    O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, informou que vários palestinos foram mortos e feridos nesta sexta-feira (3/11), quando Israel atacou um comboio de ambulâncias que transportavam pessoas gravemente feridas.

    Ao expressar sua opinião sobre ‘os caminhos de Israel na guerra’, no quadro ‘Em Pauta‘, Pontual afirmou que “embaixo do hospital [al-Shifa] fica o centro do comando do Hamas, em túneis” e que “Israel já tinha avisado que se tivesse gente do Hamas nessas ambulâncias [de um comboio que atendia a uma emergência clínica], Israel atacaria e não deu outra“.

    “Israel disse que matou homens do Hamas que estavam fugindo numa dessas ambulâncias“, disse o correspondente, sem citar as outras mortes. Pontual acrescentou, em tom crítico, que a imprensa internacional alardeou o caso com títulos como “Israel ataca hospital“; “Israel ataca ambulância“; “Israel cometeu mais um crime de guerra“.

    O correspondente tentou justificar as mortes de inocentes dizendo que “atacar terroristas do Hamas é um direito que Israel tem” e que “se eles estavam na ambulância, infelizmente era isso que Israel tinha que fazer: alvejar esses seus inimigos“.

    Pontual lamentou forçosamente a morte de “pessoas que estavam perto” como se isso fosse um efeito colateral que não tinha como ser evitado, mas nem assim expressou alguma dor pelos inocentes.

    Ele ainda disse que “os dois lados têm versões contraditórias” e novamente defendeu o ponto de vista de Israel, que “acredita que está fazendo o certo, o que tem que fazer“.

    O influenciador digital Pedro Ronchi compartilhou em sua conta no ‘X‘ o trecho com a fala indecente e afirmou que o jornalismo está no “fundo do poço“.

    Assista:

    O porta-voz do Ministério da Saúde, Ashraf Al-Qudra, havia afirmado anteriormente que palestinos gravemente feridos precisavam ser transferidos com urgência para tratamento no Egito, a partir da cidade de Gaza, e do Norte para o Sul. As autoridades de saúde palestinas na Faixa de Gaza disseram que o comboio de ambulâncias estava para deixar o Hospital al-Shifa, na cidade de Gaza, e seguir para o sul do enclave para retirar os feridos.

    Um porta-voz dos militares israelenses disse que estava analisando o relato.

    “A ocupação teve como alvo o comboio em mais de um local“, disse Ashraf al-Qidra, porta-voz do Ministério da Saúde, conforme noticiado nesta sexta-feira pela agência de notícias Reuters.

    Segundo ele, o comboio foi alvejado tanto no portão do hospital quanto na Praça Ansar, a um quilômetro de distância. Qidra não informou o número de vítimas no incidente.

    A televisão Al-Aqsa, controlada pelo Hamas, disse que muitas pessoas foram mortas e feridas, creditando a informação ao Ministério da Saúde. A televisão Al-Shehab, também do Hamas, disse que várias pessoas foram mortas e feridas.

    Mais cedo, Qidra disse que ambulâncias enviariam, da sitiada Cidade de Gaza ao sul do enclave, palestinos gravemente feridos com necessidade urgente de cuidados no Egito.

    Receba notícias do Canal Urbs Magna no WhatsApp

    Israel, que acusou o Hamas de ocultar centros de comando e entradas de túneis no hospital al-Shifa, ordenou que todos os civis deixassem o norte de Gaza no mês passado. Na quinta-feira, militares israelenses cercaram a área.

    As autoridades hospitalares do Hamas e de al-Shifa negaram que a instalação seja usada como base por combatentes militantes.

    Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostrava pessoas ensanguentadas deitadas ao lado de uma ambulância com luzes piscando em uma rua da cidade enquanto outras corriam para ajudar.

    Netanyahu

    Israel não concordará com cessar-fogo temporário com o Hamas até que os mais de 240 reféns capturados pelo movimento islâmico, durante seu ataque em 7 de outubro, sejam libertados, disse o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nesta sexta-feira.

    “Israel recusa um cessar-fogo temporário que não inclua o retorno de nossos reféns“, afirmou ele durante discurso transmitido pela televisão.

    文

    Discover more from Urbs Magna

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading