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Enquanto isso, JN mostra desigualdade de renda no Brasil em mínimo histórico, segundo o IBGE na quinta, 8 (vídeo)

    Enquanto isso, JN mostra desigualdade de renda no Brasil em mínimo histórico, segundo o IBGE na quinta, 8 (vídeo)


    Montagem mostra a telejornalista RENATA VASCONCELLOS noticiando a queda histórica da desigualdade no Brasil | Ao fundo, o ex-presidente Jair Bolsonaro em ato fracassado pró-anistia | Em destaque, LULA e GERALDO ALCKMIN em foto de Ricardo Stuckert, momentos antes do embarque para a Rússia


    De um lado, a antipolítica não contribui em nada para o crescimento do País, mas o governo segue trabalhando e esse é o motivo da renda per capita recorde e dos avanços no mercado de trabalho que impulsionaram a redução da desigualdade – SAIBA MAIS

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    Brasília, 10 de maio de 2025

    Sob a terceira gestão do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2024, o Brasil alcançou um marco histórico na redução da desigualdade de renda, com o índice de Gini atingindo o menor nível desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012.

    Na quinta-feira (8/mai), o Jornal Nacional, programa telejornalístico da rede Globo, noticiou, na voz da apresentadora Renata Vasconcellos: “A desigualdade de renda no Brasil atinge o menor nível da série histórica”.

    A informação do IBGE foi transmitida em horário nobre para milhões de brasileiros, enquanto seu líder, o Presidente Lula, já estava em solo russo para as comemorações do Dia da Vitória, no dia 9 de maio, relembrando os 80 anos da derrota dos nazistas para a hoje Federação comandada por Vladimir Putin.

    Na madrugada deste sábado (10/mai), no horário de Brasília, o estadista brasileiro concedeu uma entrevista coletiva para os jornalistas que foram fazer a cobertura de sua viagem a Moscou, quando Lula, emocionado, pôde comentar a boa notícia.

    Enquanto a polarização no Brasil apresenta uma antipolítica absurda em um dos extremos, que não contribui em nada para o crescimento do País, o governo segue trabalhando. O resultado é uma renda per capita recorde e avanços no mercado de trabalho.

    E a grande verdade é que as políticas de Lula, apesar das tentativas de extremistas lançarem cortina de fumaça sobre as boas novas econômicas, foram as responsáveis pelo impulsionamento da redução da desigualdade.

    Uma montagem resume o sentimento do chefe do Executivo:

    Renda per capita atinge recorde em 2024, com queda da desigualdade em quase todas as regiões do Brasil, exceto no Sul, onde a desigualdade aumentou:

    A queda, registrada em 0,506, reflete o impacto de um mercado de trabalho robusto, com a criação de 2,8 milhões de empregos, e políticas públicas que fortaleceram a renda das camadas mais pobres.

    Apesar do avanço, especialistas alertam que o país ainda enfrenta desafios para consolidar uma sociedade mais equitativa. Este texto reúne dados de diversas fontes confiáveis, oferecendo um panorama completo e atualizado sobre o tema.

    Mercado de Trabalho como Motor da Mudança

    A geração de empregos foi o principal fator para o aumento da renda per capita, que cresceu 4,7% e atingiu o maior valor da história, alcançando R$ 2.020 por família, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

    “A oferta de empregos em 2024 foi determinante para que a renda dos brasileiros batesse recorde”, destaca a análise do g1. A taxa de desemprego caiu para 6,2% no final do ano, a menor desde 2012, impulsionando a renda especialmente nas classes mais baixas.

    Impacto dos Programas Sociais

    Além do mercado de trabalho, programas sociais tiveram um papel crucial na redução da desigualdade. A Folha de S. Paulo aponta que políticas públicas, como o Bolsa Família, contribuíram para a queda do índice de Gini, embora o Brasil permaneça “bastante desigual”, segundo o IBGE.

    Em 2024, o rendimento médio dos programas sociais atingiu um recorde de R$ 836, ampliando o poder de compra das famílias mais vulneráveis, conforme relatado pelo Ministério da Fazenda.

    Renda Média e Distribuição

    A soma dos rendimentos da população, ou massa de rendimento mensal domiciliar per capita, alcançou R$ 438,3 bilhões em 2024, o maior valor desde 2012.

    “As classes mais baixas tiveram um crescimento do rendimento acima da média”, informou o PT Brasil, destacando que o aumento de 10,7% na renda do quintil mais pobre superou os 6,7% registrados entre os 10% mais ricos.

    Essa redistribuição foi essencial para a queda de 2,9 pontos no índice de Gini, conforme análise da Fundação Getulio Vargas citada por Brian Mier, no TeleSUR.

    Avanços Regionais: O Caso da Paraíba

    A redução da desigualdade não foi uniforme, mas algumas regiões se destacaram. Na Paraíba, o índice de Gini registrou a primeira queda significativa após três anos de alta, atingindo o menor nível histórico em 2024.

    Esse resultado reflete a combinação de crescimento econômico e políticas locais de inclusão. Esse progresso regional reforça a importância de ações coordenadas entre governos federal e estadual.

    Contexto Econômico Favorável

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    O crescimento econômico de 3,4% do PIB em 2024, o maior desde 2021, criou um ambiente propício para a redução da desigualdade. A Reuters destacou que o aumento no consumo das famílias e investimentos sustentaram esse desempenho, apesar de uma desaceleração no último trimestre.

    A valorização do salário mínimo e a queda da pobreza, de 21,7% para 20,9% (medida pela linha de US$ 6,85 per capita por dia), também contribuíram, conforme dados do World Bank.

    Desafios para o Futuro

    Apesar dos avanços, o Brasil ainda é um dos países mais desiguais do mundo. O Pew Research Center – centro de pesquisa não partidário e sem fins lucrativos, localizado em Washington, D.C., aponta que 54% dos brasileiros veem a desigualdade como um problema grave.

    “O Brasil permanece muito desigual, mas 2024 trouxe melhorias na distribuição de renda”, afirma Gustavo Geaquinto Fontes, analista do IBGE, em declaração ao Agência Brasil China.

    A pressão inflacionária e a alta nos juros, iniciada em setembro de 2024, podem ameaçar a continuidade desses ganhos, alerta a Foreign Policy.

    Perspectiva Progressista

    Os dados de 2024 reforçam o impacto de políticas inclusivas e de um mercado de trabalho dinâmico na construção de um Brasil mais justo.

    No entanto, consolidar esses avanços exige enfrentar desafios estruturais, como a concentração de riqueza e a desigualdade regional.

    A combinação de crescimento econômico, valorização do trabalho e investimento em programas sociais aparece como um modelo promissor para o futuro.

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