Pobreza caiu de 31,6% para 27,4%, enquanto a extrema pobreza atingiu o menor índice desde 2012, com 4,4% da população, segundo o IBGE
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Sob o governo Lula, o Brasil recuperou a dignidade da população neste terceiro mandato. Em dois anos de gestão, o Brasil implementou políticas sociais transformadoras lideradas pelo presidente Lula e pelo ministro Wellington Dias, à frente do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Ao assumir o governo, Lula encontrou um país em que 33 milhões de pessoas enfrentavam a fome. Para enfrentar esse desafio, foi criado o Plano Brasil Sem Fome, reunindo 80 programas e ações de 24 ministérios. Em 2023, 24,4 milhões de pessoas saíram da situação de fome, reduzindo a insegurança alimentar severa em 85%.
Confira alguns resultados, reunidos na Síntese de Indicadores Sociais (SIS) e divulgados pelo IBGE:
➡️A pobreza caiu de 31,6% para 27,4%.
➡️A extrema pobreza atingiu o menor índice desde 2012, com 4,4% da população, o menor nível histórico.
➡️O Brasil foi responsável por 80% da redução da pobreza na América Latina, conforme a Cepal.
Iniciativas estratégicas no combate à fome
Bolsa Família reformulado:
Relançado em 2023, o programa garantiu um benefício mínimo de R$ 600 por família, além de auxílios adicionais para crianças e adolescentes. Em 2024, o programa atendeu 21 milhões de famílias e transferiu R$ 168,3 bilhões. Mais de 83% dos benefícios estão registrados em nome de mulheres. Uma inovação foi a Regra de Proteção, que permite às famílias manterem o benefício por até dois anos após aumento de renda.
Cozinhas solidárias:
Com 2.400 cozinhas solidárias em funcionamento, a iniciativa produziu 14 milhões de refeições em 410 cozinhas, beneficiando as comunidades mais vulneráveis. Essas cozinhas atuam como um eixo central para garantir refeições saudáveis em localidades periféricas.
Novo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA):
Em 2024, o PAA adquiriu 139 mil toneladas de alimentos de pequenos agricultores e investiu R$ 800 milhões para alimentar pessoas em situação de vulnerabilidade. Destaque para o PAA Indígena, que destinou R$ 44,5 milhões às comunidades tradicionais e ampliou a distribuição em territórios indígenas.
Nova Cesta Básica:
Reformulada para incluir alimentos in natura e minimamente processados, promoveu a alimentação saudável e incentivou a agricultura familiar.
Alimenta Cidades:
Instituída pelo Decreto 11.822/2023, priorizou populações urbanas em situação de risco social, com R$ 15,5 milhões investidos em doação de alimentos e R$ 18 milhões em agricultura urbana. Essa iniciativa também promoveu a formação de diagnósticos alimentares em 59 cidades e fomentou bancários de alimentos.
Ações de assistência social e políticas inovadoras
Assistência a Povos Indígenas e Quilombolas:
Em 2024, o governo Lula destinou R$ 33,5 milhões para o PAA Indígena e entregou 75 mil cestas básicas para as comunidades Yanomami. O programa “Aquilomba Brasil” alcançou 32 mil famílias quilombolas, com investimentos de R$ 12 milhões em distribuição de alimentos.
Programa Cisternas:
Desde 2023, foram investidos R$ 860 milhões em tecnologias sociais para o acesso à água. O programa contratou 130 mil cisternas, beneficiando mais de 1,2 milhão de famílias. Estudos mostram impacto positivo na resiliência a eventos climáticos extremos.
Modernização do Cadastro Único:
Com mais de 40,4 milhões de famílias cadastradas, o CadÚnico passa por uma reforma para automatizar processos e integrar mais eficientemente os programas sociais.
Políticas inovadoras para a infância e juventude:
Investimentos de R$ 15,9 bilhões beneficiaram 9,4 milhões de crianças entre 0 e 6 anos. O trabalho infantil registrou o menor índice desde 2016, uma queda de 23,9%.
Fomento à geração de renda:
O programa “Acredita no Primeiro Passo” promoveu 30 mil transações de microcrédito, com mais de 60% destinadas a mulheres. A meta é realizar 1,25 milhão de operações até 2026.
Com avanços reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Cepal, o governo combateu a fome e a pobreza, e fortaleceu o papel do Brasil como referência internacional em políticas de inclusão social e segurança alimentar. Este é um legado que reflete o compromisso de reconstruir o país para um futuro mais justo e igualitário.
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