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“Em 21 anos, foi a 1ª cobertura com violência”, diz Jamil Chade após denunciar agentes de Bolsonaro

    Jamil Chade, por Antonio Cruz/Agência Brasil, e as imagens que o jornalista compartilhou no Twitter mostrando a fachada da ‘Carabinieri’ – uma das cinco forças da defesa nacional da Itália – e o documento da denúncia feita contra a violência sofrida por ele e outros jornalistas que tentavam realizar a cobertura do passeio de Bolsonaro pelas ruas de Roma | Sobreposição de imagens


    PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

    “O Itamaraty concursado e em pleno gozo das faculdades mentais abomina o presidente” e “não pode dizer oficialmente por motivos óbvios”, diz um correspondente da Globo

    O jornalista Jamil Chade, do UOL, postou no Twitter, a informação de que registrou uma “denúncia feita” em “Roma, pela agressão que” ele e outros profissionais de mídias sofreram “em plena cobertura presidencial”.

    O colunista compartilhou duas imagens, uma do documento com o registro da ocorrência e outra com a fachada do prédio de um escritório da Carabinieri [Carabineiros] – uma das quatro forças armadas da Itália e uma de suas cinco forças de segurança para defesa nacional.

    Chade afirmou que “em 21 anos como correspondente, foram 70 países e vários presidentes. Mas violência em cúpula foi a 1a vez”.

    Jamil Chade, ao mencionar, no tuíte, o “silêncio revelador por parte do Itamaraty e Presidência”, foi respondido pelo correspondente em Londres, Marcelo Courrege, da TV Globo, que afirmou ao colega de profissão que “o Itamaraty concursado e em pleno gozo das faculdades mentais abomina o presidente“.

    Courrege disse ainda que o chanceler brasileiro não pode se manifestar “oficialmente por motivos óbvios, mas abomina“.

    Ao final, ele desejou “força” ao Chade, que disse antes: “Não vencerão. Nunca”.

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