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Eleição de Bolsonaro por prática ilegal de disparos de WhatsApp volta à tona

    Repórter detalha nova reportagem sobre disparos em massa pró-Bolsonaro – Espanhol diz que empresas brasileiras contrataram disparos de WhatsApp na eleição

    Nas eleições brasileiras de 2018, reportagens da Folha revelaram que empresários pagaram por disparos de mensagens em massa. O sistema para os envios usa bases de usuários que cederam seus números de forma voluntária ou bases de terceiros, vendidas por agências de estratégia digital.

    A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada. 

    À época, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) abriu um processo para apurar o impulsionamento dessas mensagens pelo WhatAapp. Com a investigação eles poderiam responder, por exemplo, se a campanha de Bolsonaro tinha vínculo com os contratos financiados por essas empresas.

    Nesta terça-feira (18), o assunto voltou às manchetes com reportagem que relata que empresas brasileiras contrataram uma agência de marketing na Espanha para fazer disparos em massa de mensagens a favor do então candidato Jair Bolsonaro (PSL). A repórter Patrícia Campos Mello explica o caso no Café da Manhã. 

    O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando abaixo. Para acessar no aplicativo basta se cadastrar gratuitamente.

    Ouça o episódio:

    Os episódios do Café da Manhã são publicados de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia, a partir das 6h.

     O podcast é conduzido pelos jornalistas Rodrigo Vizeu e Magê Flores.

    via Folha de São Paulo

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