Ela levou propina da JBS e Bolsonaro sabe. Teresa Cristina tem sua “benção” para o Ministério da Agricultura

18/11/2018 0 Por Redação Urbs Magna

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Ainda conforme a reportagem, os documentos assinados por Tereza foram entregues pelos delatores da JBS em agosto de 2017 como complemento ao acordo de delação premiada fechada em maio entre executivos da empresa

A Folha cita que a política de incentivos fiscais do governo estadual está no centro da delação premiada fechada pela JBS no ano passado no capítulo que tratou da corrupção em Mato Grosso do Sul.

“Ela já foi julgada?… Eu já fui representado umas 30 vezes na Câmara (dos Deputados) e não colou nenhum… No momento ela goza de toda confiança nossa”, afirmou Bolsonaro, após visitar evento esportivo no Rio de Janeiro. “Também sou réu no Supremo e por isso tenho que renunciar meu mandato?”

A jornalistas, ele também disse que o esporte terá uma atenção especial em seu governo, mas que ainda não definiu se a pasta vai se fundir com o Ministério de Educação. “Isso está sendo definido e brevemente teremos o mapa dos ministérios.”

O presidente eleito acrescentou que recebeu convite para visitar os Emirados Árabes, citando que há muitos brasileiros no mundo árabe e o ideal seria buscar uma aproximação com países da região.

Sobre os gastos de campanha questionados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bolsonaro afirmou que já começou a apresentar sua defesa e garantiu que fez a campanha “mais pobre da história do Brasil”

A Assessoria de Exame e Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa) do TSE apontou no começo do mês indícios de irregularidades na prestação de contas de campanha de Bolsonaro, entre eles o descumprimento de prazo para entrega de relatórios, indício de doação de fonte vedada e ausência de contrato de prestação de serviços de financiamento coletivo.

No evento de jiu-jitsu na Barra da Tijuca, o presidente eleito afirmou que no seu governo buscará uma união entre poderes para o bem do país e que “vai se aproximar muito do parlamento brasileiro”.

Bolsonaro estará em Brasília nesta semana, o que, segundo ele, é uma demonstração de que quer que o parlamento governe junto com ele o Brasil.

Ele voltou a falar sobre a polêmica decisão de acabar com programa Mais Médicos e afirmou que a decisão foi tomada porque cubanos viviam em regime de semiescravidão, longe de suas famílias. Segundo ele, no dia 1º de janeiro já será possível apresentar uma solução alternativa aos municípios que ficarão sem os mais de 8 mil médicos de Cuba.

“Vamos apresentar o remédio para isso, se bem que o governo (de Michel) Temer já está cuidando disso, mas não podemos admitir alimentar a ditadura cubana no Brasil”, afirmou. “Se der tratamento adequado, vamos resolver isso. Mas teve prefeitura que mandou embora seu médico para pegar um cubano”, acrescentou.

 

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