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Efeito Lula: investimentos estrangeiros diretos atingem US$ 71,1 bilhões em 2024, com alta de 13,8%

    Os dados são do Banco Central nesta sexta-feira (24/jan) – investimentos foram suficientes para cobrir o déficit das contas externas, que totalizou US$ 55,9 bilhões no ano passado – SAIBA MAIS

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    Os investimentos estrangeiros diretos no Brasil cresceram 13,8% em 2024, alcançando US$ 71,1 bilhões, conforme dados do Banco Central divulgados na manhã de sexta-feira (24). Em comparação, no ano anterior, os investimentos foram de US$ 62,4 bilhões.

    Apesar de um crescimento abaixo do esperado, esses investimentos foram suficientes para cobrir o déficit das contas externas, que totalizou US$ 55,9 bilhões em 2024.

    Este valor representa o maior volume de investimentos no país para este período desde 2022, quando totalizou US$ 74,6 bilhões. Em dezembro, os investidores injetaram US$ 2,76 bilhões em investimentos diretos, contrastando com a saída de US$ 2,9 bilhões em 2023.


    Presidente Lula e Fernando Haddad (Fazenda) | Foto de Ed Alves / CB/DAPress)


    O setor de turismo também apresentou resultados recordes, com visitantes internacionais gastando US$ 7,34 bilhões, um aumento de 6,3% comparado ao ano anterior.

    O crescimento do dólar beneficiou o turismo no Brasil, tornando produtos e serviços mais acessíveis.

    Esse montante é o mais alto desde que os dados começaram a ser registrados em 1995.

    Apesar de os brasileiros gastarem US$ 14,82 bilhões em viagens internacionais, esse valor ainda é inferior ao pré-pandemia, quando os gastos anuais eram em torno de US$ 18 bilhões.

    O Ministério do Turismo informou que 2024 foi o melhor ano para o turismo internacional no Brasil, com um recorde de 6.657.377 turistas estrangeiros, um aumento de 12,6%. Em dezembro, 690.236 estrangeiros visitaram o Brasil, aumento de 11,1% em relação ao mesmo mês do ano passado.

    O déficit das contas externas mais que dobrou em 2024, com o Banco Central registrando um déficit de US$ 55,96 bilhões, contrário a US$ 24,51 bilhões em 2023.

    Esse é o maior resultado negativo desde 2019. O déficit indica que o Brasil enviou mais recursos para o exterior do que recebeu, indicando importações e transferência de lucros.

    O Banco Central afirma que a magnitude do déficit pode estar ligada ao crescimento econômico.

    Em dezembro, o déficit foi de US$ 9,03 bilhões, comparado a US$ 5,6 bilhões no ano anterior.

    As transações correntes incluem a balança comercial, a balança de serviços e a renda primária.

    O saldo negativo está ligado à deterioração da balança comercial, que teve um superávit de US$ 66,2 bilhões, inferior ao de US$ 92,27 bilhões em 2023.

    A conta de serviços teve um déficit de US$ 49,7 bilhões em 2024, piorando em relação ao déficit de US$ 39,8 bilhões em 2023.

    A conta de renda, que lida com remessas e dividendos, teve um déficit de US$ 75,4 bilhões, uma leve melhora em comparação aos US$ 79,5 bilhões do ano passado.

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