Cosan (CSAN3) vendeu 4% das ações da Vale (VALE3) – Fundo americano Fidelity adquiriu 31%; Ashler 6%, Capital, Investec e Ossington, 6%, 4% e 3%, respectivamente – SAIBA MAIS
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Os investidores estrangeiros injetaram R$ 6,5 bilhões no segmento secundário da B3 – bolsa de valores sediada em São Paulo cujo indicador de referência é o Ibovespa – na última quinta-feira (16/jan), em um fluxo mais expressivo do que a retirada.
Este foi o maior valor diário de aporte do grupo para um dia, pelo menos desde 2012, quando foi iniciada a série histórica, diz o Valor Investe.
O fluxo das movimentações estrangeiras na bolsa brasileira ficou positivo pela primeira vez em 2025, com essa injeção de recursos da última quinta-feira.
No acumulado desde o começo do ano, a entrada de recursos gringos agora supera os saques em R$ 700 milhões. Antes, o fluxo estava negativo em R$ 5,8 bilhões, com apenas uma sessão em que os aportes haviam ultrapassado os saques.
No dia 16 de janeiro, investidores institucionais (fundos de investimentos) compraram R$ 1,88 bilhão mais do que venderam de ações na bolsa brasileira na última quinta. Já as pessoas físicas injetaram outros R$ 397 milhões líquidos nas operações.
A liquidez da bolsa brasileira também subiu de forma expressiva naquela sessão. O Ibovespa movimentou R$ 24,6 bilhões, 49% mais que a média diária dos últimos 12 meses, de R$ 16,5 bilhões.
O apetite dos estrangeiros pelo nosso mercado tem a capacidade de puxar outros investidores para as negociações. Isso aconteceria porque os estrangeiros são a maior força motriz da B3, responsáveis por cerca de 55% do volume financeiro movimentado na nossa bolsa.
Neste cenário, os investidores institucionais viriam na esteira dos gringos. Os fundos, que fugiram da bolsa em 2024, já estão voltando para as ações – surfando um mercado com preços nas mínimas históricas. Mas podem acelerar o processo se virem chances de ganhos no curto prazo.
No acumulado do ano até o dia 16 de janeiro, os fundos de investimento aportaram R$ 5,1 bilhões líquidos na bolsa.

Alckmin, Lula, Rui Costa, e Haddad durante reunião de ministros na Granja do Torto 20.1.2025 | Foto de Ricardo Stuckert / Divulgação / PR
O que aconteceu?
Na oferta realizada na última quinta-feira (17) na B3, a Cosan (CSAN3), controlada por Rubens Ometto, vendeu um bloco correspondente a 4% das ações da Vale (VALE3).
Os maiores compradores dessa oferta foram fundos de investimentos estrangeiros, que adquiriram metade do total de ações colocadas à venda.
Dentre os principais investidores, destacam-se o fundo americano Fidelity, que ficou com 31% das ações, seguido pelo fundo Ashler, também dos EUA, com 6%.
A francesa Capital, o sul-africano Investec e o britânico Ossington adquiriram, respectivamente, 6%, 4% e 3% do total.
O restante das ações foi pulverizado entre outros investidores, evidenciando o forte interesse internacional no papel da mineradora.
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