Efeito Lula: Brasil bate recorde na abertura de pequenos negócios no primeiro trimestre de 2025
Lula durante evento no Rio de Janeiro – 15.4.2025 – imagem reprodução
Crescimento de 1,4 milhão de novos registros reflete políticas de incentivo da terceira gestão do Presidente e a formalização do empreendedorismo – SAIBA MAIS
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Brasília, 16 de abril de 2025
O Brasil alcançou um marco histórico no primeiro trimestre de 2025, com a abertura de mais de 1,4 milhão de pequenos negócios, segundo dados do Sebrae e do Valor Econômico.
Os microempreendedores individuais (MEIs) representaram 78% dos novos Cadastros Nacionais da Pessoa Jurídica (CNPJs), com um aumento de 35% em relação ao mesmo período de 2024.
Esse crescimento, impulsionado por medidas governamentais de simplificação, acesso ao crédito e incentivo à inovação, reflete a confiança dos empreendedores na economia brasileira, conforme destacou o presidente do Sebrae, Décio Lima, em entrevista à PEGN.
O setor de serviços liderou as aberturas em março, com 63,7% do total, seguido por comércio e indústria da transformação.
Regiões como Sudeste, Sul e Nordeste, com destaque para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, concentraram o maior número de novos negócios.
O Brasil avançou duas posições no ranking global de Taxa de Empreendedores Estabelecidos, alcançando a sexta colocação, à frente de países como Reino Unido e Estados Unidos.
A formalização do empreendedorismo também foi impulsionada pelo aumento da Taxa de Empreendedores Estabelecidos, que subiu de 8,7% em 2020 para 13,2% em 2024.
Esse cenário é sustentado por políticas públicas que facilitam a criação de negócios e ampliam o acesso ao crédito.
A expansão reflete não apenas números, mas a resiliência e o dinamismo do empreendedor brasileiro em um contexto econômico desafiador.
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O recorde de abertura de pequenos negócios no Brasil em 2025 sinaliza um fortalecimento do mercado formal de trabalho, com 47 milhões de pessoas à frente de negócios formais ou informais, segundo o Sebrae.
Esse crescimento, aliado à geração de empregos formais, que atingiu 576,08 mil vagas nos dois primeiros meses do ano reforça a perspectiva de um PIB robusto para o primeiro trimestre.
A combinação de empreendedorismo e formalização posiciona o Brasil como um dos líderes globais em novos negócios.
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