Ministro do STF cobra esclarecimentos sobre gravação em evento conservador nos EUA que pode ter violado regras de prisão domiciliar humanitária do ex-presidente; Michelle nega envio de qualquer gravação e reforça que as regras estão sendo cumpridas integralmente – assista
Brasília (DF) · 30 de março de 2026
O ministro Alexandre de Moraes do STF determinou nesta segunda-feira (30/mar) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresente explicações em até 24 horas sobre declaração feita pelo filho Eduardo Bolsonaro durante evento conservador nos Estados Unidos.
No sábado (28/mar), na CPAC realizada no Texas, o ex-deputado abriu a participação dos irmãos Bolsonaro com um celular, afirmando que estava gravando um vídeo para mostrar ao pai e provar que não se pode silenciar um movimento de forma injusta, ao remover seu líder, o condenado no Brasil por tentativa de golpe de Estado Jair Messias Bolsonaro.
RELEMBRE:
RSBN / YouTube 28.3.2026
Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária temporária desde sexta-feira (27/mar), após internação por broncopneumonia.
As medidas cautelares proíbem expressamente o uso de celular, redes sociais ou qualquer forma de comunicação externa, inclusive por intermédio de terceiros.
O descumprimento pode levar à revogação imediata e retorno ao regime fechado, conforme decisão judicial. Segundo o g1, o ministro do STF reproduziu a fala de Eduardo Bolsonaro e exigiu esclarecimento sobre eventual violação.
A defesa respondeu de forma direta. Em nota oficial, a assessoria de Michelle Bolsonaro afirma que “nenhum arquivo foi encaminhado pelo deputado Eduardo” e que “ainda que algo tivesse sido recebido, de forma alguma o material seria mostrado ao ex-presidente”.
A nota conclui que “todas as determinações estão e continuarão sendo cumpridas em sua integralidade”.
A proibição de gravações ou transmissões por terceiros integra as condições da prisão domiciliar.
O caso coloca em evidência o rigor com que a justiça brasileira aplica medidas destinadas a proteger o estado de direito e a democracia, especialmente quando envolvem investigações sobre tentativas anteriores de ruptura institucional.
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