
O PRESIDENTE LULA, o vice GERALDO ALCKMIN, o ministro da Fazenda FERNANDO HADDAD, outros ministros de Estado e membros do governo participam de evento ligado às políticas sociais comuns às pautas de LULA 3 – imagem reprodução
Prévia do PIB reflete dinamismo com impulso da agropecuária e consumo, mas desafios inflacionários e juros altos podem frear ritmo futuro – SAIBA MAIS
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Brasília, 19 de maio de 2025
A economia brasileira começou 2025 com fôlego renovado, registrando crescimento de 1,3% no primeiro trimestre, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB.
O resultado, divulgado pelo Banco Central, marca uma aceleração em relação ao último trimestre de 2024, quando o índice avançou 0,5%.
O desempenho foi impulsionado pelo forte crescimento da agropecuária, com destaque para a safra recorde de soja, e pelo consumo das famílias, sustentado por um mercado de trabalho robusto e aumento do salário mínimo.
Em janeiro, o IBC-Br já havia surpreendido com alta de 0,9%, seguida por 0,4% em fevereiro e 0,8% em março, conforme dados dessazonalizados, indicando uma trajetória de expansão consistente no período.
Apesar do resultado positivo, analistas alertam para desafios à frente.
A política monetária restritiva, com a taxa Selic em 13,25% e previsão de nova alta para 14,25%, pode conter o ritmo de crescimento, especialmente a partir do segundo trimestre.
Segundo o g1, a desaceleração esperada reflete os efeitos dos juros altos para conter a inflação, que já acumula 5,06% em 12 meses até fevereiro.
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O Banco Central revisou sua projeção de crescimento do PIB para 2025 de 2,1% para 1,9%, apontando uma desaceleração mais pronunciada em setores sensíveis como indústria e serviços, embora a agropecuária continue a compensar parcialmente essas perdas.
O cenário externo também adiciona incertezas, com a política comercial dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, gerando preocupações sobre o ritmo de crescimento global, conforme destacado no relatório do Banco Central citado pela CNN Brasil.
Além disso, o pagamento de precatórios e a liberação de recursos do FGTS no início do ano contribuíram para o impulso econômico, mas analistas, como Rafael Perez da Suno Research, preveem que o impacto da agropecuária diminuirá, enquanto os juros altos pressionarão o crédito e a atividade econômica.
O Ipea projeta crescimento de 2,4% para 2025, mas alerta para uma desaceleração gradual devido ao aperto monetário e ao cenário internacional.
O IBC-Br, que incorpora estimativas de agropecuária, indústria, serviços e impostos, é uma ferramenta essencial para o Banco Central calibrar a Selic.
Apesar da robustez inicial, o mercado financeiro, conforme o Boletim Focus, espera um PIB de 1,97% em 2025, bem abaixo dos 3,4% de 2024, segundo o IBGE.
A combinação de inflação persistente, juros elevados e incertezas externas sugere que o Brasil precisará equilibrar estímulos e contenção para sustentar o crescimento.
O resultado oficial do PIB do primeiro trimestre será divulgado pelo IBGE em 7 de junho, trazendo mais clareza sobre o desempenho econômico.
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