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‘É um povo doente’, diz Moraes sobre bolsonaristas ‘covardes’, que têm coragem apenas ‘virtualmente’

    Na entrevista em que revelou ao jornal ‘O Globo’ um plano para matá-lo, o ministro disse que não morreu e “está tudo bem

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    Segundo o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), bem como presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Alexandre de Moraes, em sua entrevista publicada nesta quinta-feira (4/1), no jornal ‘O Globo‘, ele “não poderia esperar de golpistas criminosos que não tivessem pretendendo” matá-lo.

    Moraes disse que “houve uma tentativa de planejamento. Inclusive, e há outro inquérito que investiga isso, com participação da Abin, que monitorava os meus passos para quando houvesse necessidade de realizar essa prisão“, que seria seguida de sequestro e morte.

    Tirando um exagero ou outro, era algo que eu já esperava“, disse o magistrado, tranquilamente. “Tenho muito processo para perder tempo com isso. E nada disso ocorreu, então está tudo bem“.

    Alexandre de Moraes diz que “desde o momento em que” assumiu “a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo”, em 2014, “já recebia ameaças da criminalidade organizada. O esquema é o mesmo há quase nove anos. Em relação à minha família, aumentei a segurança“.

    Esses golpistas são extremamente corajosos virtualmente e muito covardes pessoalmente“, disse o ministro ao jornal.

    Então, chegam muitas ameaças, principalmente contra minhas filhas, porque até nisso eles são misóginos. Preferem ameaçar as meninas e sempre com mensagens de cunho sexual. É um povo doente“, concluiu.

    Moraes disse ainda que nunca viu “alguém preso achar que a sua prisão é justa. Analiso as críticas construtivas, mas ignoro as destrutivas“. Ele revela que “os presos são de classe média, principalmente do interior, e acham que a prisão é só para os pobres. A Justiça tem que ser igual para todos“.

    O ministro do STF concluiu a entrevista afirmando que a primeira lição do ‘8 de Janeiro’ “é impedir a continuidade dessa terra sem lei das redes sociais. Sem elas, dificilmente (os atos golpistas) teriam ocorrido de forma tão massiva“.

    Na parte criminal eleitoral, todos os políticos, quando houver comprovação de participação, devem ser alijados da vida política, além da responsabilidade penal. Quem não acredita na democracia não deve participar da vida política do país“, encerra Moraes.

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