Mas Bolsonaro pode ser preso? Entenda os pontos argumentados pela deputada federal pedetista mineira sobre o ato antidemocrático na orla do bairro carioca, neste domingo (16/mar) – SAIBA MAIS
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A deputada federal Duda Salabert (PDT–MG) apresentou ao Ministério Público Federal (MPF) um pedido de prisão preventiva contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) devido às suas declarações feitas durante a agitação política reativa à sua provável condenação, no ato que acabou “flopando”.
A movimentação feita pelo ex-presidente foi disfarçada como ato pró-anistia, visando beneficiar os manifestantes golpistas do 8 de Janeiro, condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), mas que na verdade busca meios para escapar da Justiça.
A denúncia, que será encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR), solicita também investigação sobre a responsabilidade penal de Bolsonaro e medidas cautelares, como suspensão do uso de redes sociais e proibição de participação em eventos públicos, conforme mostra o Correio Braziliense.
Salabert afirmou que “Bolsonaro proferiu declarações que afrontam diretamente a ordem democrática e a segurança institucional do país”, destacando que essas falas promovem um “tom conspiratório” e geram “dúvidas sobre a idoneidade do processo eleitoral”.
Para a deputada, esse discurso é um risco à democracia, pois alimenta a insatisfação de grupos extremistas que já praticaram atos violentos.
Ao site, Salabert ressaltou que é fundamental não permitir que um investigado por golpe de Estado ataque as instituições e que a prisão preventiva de Bolsonaro é crucial para evitar a continuidade de sua trama golpista, com um caráter pedagógico de não tolerância com os intolerantes.
Bolsonaro também disse que não vai sair do Brasil e que será um problema “preso ou morto“. Usando palavras tendenciosas, declarou também que deixa outras lideranças na direita e pediu que, “se alguma covardia acontecer comigo, continuem lutando“.
Se condenado pelo STF, Bolsonaro pode enfrentar mais de 40 anos de prisão e ter sua inelegibilidade ampliada, além de 2030.











