Durante evento na semana passada, o estadista afirmou: “Se preparem porque muita coisa boa vai acontecer nesse País’ (VÍDEO)
“Esse país saiu de um momento de tortura para voltar para um momento de paz, de tranquilidade, de crescimento econômico e geração de empregos e distribuição de riquezas”, afirmou o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na sesta-feira (15/12), durante cerimônia da Inauguração do Contorno do Mestre Álvaro na BR-101, no Espírito Santo.
Enquanto o público o aplaudia, o estadista dizia a todos, com seu jeito enfático: “Se preparem porque muita coisa vai acontecer nesse País“.
A surpresa prometida só chega em 2014, mas a economia já bomba e faz o dólar cair para R$ 4,86, atingindo o menor nível desde o fim de novembro.
A bolsa também voltou a bater recorde após a elevação de nota da dívida brasileira (leia a notícia após o vídeo a seguir:
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Presidente Lula participa da Inauguração do Contorno do Mestre Álvaro na BR-101, no Espírito Santo

Influenciado por fatores externos e internos, o mercado financeiro teve um dia de ganhos.
O dólar caiu para abaixo de R$ 4,90 e atingiu o menor nível em um mês.
A bolsa de valores subiu pela segunda vez consecutiva e voltou a bater recorde.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (19) vendido a R$ 4,865, com recuo de R$ 0,04 (-0,81%).
A cotação operou em baixa durante todo o dia.
Na mínima da sessão, por volta das 15h30, chegou a cair para R$ 4,85, logo após a divulgação da notícia de que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P Global) elevou a nota da dívida pública brasileira.
A moeda norte-americana caiu para o menor valor desde 20 de novembro.
A divisa acumula queda de 1,02% em dezembro e de 7,86% em 2023.
No mercado de ações, o dia também foi otimista.
O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 131.851 pontos, com alta de 0,59%.
O indicador tinha perdido fôlego durante a tarde, mas recuperou-se perto do fim das negociações, após a melhoria da classificação do Brasil.
Nesta tarde, a S&P Global elevou a nota da dívida brasileira de três para dois níveis abaixo do grau de investimento, garantia de que o país não dará calote na dívida pública.
A agência citou a aprovação da reforma tributária e as recentes medidas para elevar a arrecadação como justificativa.
No plano interno, a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) animou os investidores.
O Banco Central informou que pretende promover pelo menos dois cortes de 0,5 ponto percentual até março na Taxa Selic (juros básicos da economia), afastando a possibilidade de acelerar os cortes para 0,75 ponto percentual.
Embora reduza as expectativas de crescimento econômico para o próximo ano, a queda menor dos juros anima o mercado financeiro.
Isso porque os juros brasileiros continuarão bem mais altos que os dos Estados Unidos, o que estimula a entrada de capital financeiro no país.
O cenário internacional também contribuiu para a euforia no mercado financeiro.
A alta no preço do petróleo pelo segundo dia seguido e a forte queda do dólar no mercado global também contribuíram para diminuir a cotação da moeda no Brasil.
* com informações da Reuters
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