A jornalista Hildegard Angel em imagem reprodução de vídeo/YouTube/Brasil247 | O ex-ministro da Justiça, Anderson Torres
“…sem imagens, sem algemas, sem “vazamentos” é a discrição Democrática. O oposto da “espetacularização” da Lava Jato de Moro e Dallagnol, o que iniciou a corrosão da confiança em nosso Judiciário, instaurando o ódio e a violência”, escreveu a jornalista
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“A discrição com que Anderson Torres foi preso hoje, sem imagens, sem algemas, sem “vazamentos” é a discrição Democrática. O oposto da “espetacularização” da Lava Jato de Moro e Dallagnol, o que iniciou a corrosão da confiança em nosso Judiciário, instaurando o ódio e a violência“, afirma, no Twitter, a jornalista Hildegard Angel.
Em outras palavras, neste caso do bolsonarista, não há a intenção de se formar opinião, pois as provas já saltam aos olhos, o que é o oposto do que ocorreu na operação persecutória contra Lula, quando uma dose de apoio popular foi necessária para impulsionar uma condenação sem provas e injusta à prisão que o jornalista Jânio de Freitas chamou de “cômica“, pois ocorreu por “ato de ofício indeterminado“, como escreveu o ex-juiz Sergio Moro em sua decisão.
“Moro e os ‘dalagnóis’ não conseguiram encontrar sinais da interferência de Lula [na Petrobras, para contratações da OAS], quanto mais a ligação com o apartamento [o famigerado triplex do Guarujá]”, disse, o jornalista em artigo publicado em julho de 2018, na Folha de S. Paulo, para quem “a saída” de Moro foi “cômica“.
Mais tarde, o ex-juiz foi julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e sentenciado como parcial e incompetente para julgar o hoje Presidente. E o jornalista Freitas ainda explicou ao leitor desatento, e manipulado pela imprensa através da “espetacularização” mencionada por Angel, que ‘indeterminado‘ quer dizer “desconhecido, não existente“. E que, assim, “Moro condenou [Lula] por um ato que diz desconhecer, inexistir“.

Palavra: pensei exatamente nisso!
LULA, Dino, Mercadante…
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