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TV Globo interrompeu fala do Presidente – sobre “não ter o direito de defesa” – para mostrar seu ex-advogado Cristiano Zanin atuando “em todas as etapas do julgamento“, conforme disse a emissora no recorte durante a entrevista
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No programa Fantástico, da Rede Globo, o Presidente Lula argumentava sobre a prisão do general Walter Braga Netto, desejando que o militar tivesse “a presunção de inocência que eu não tive” afirmou, referindo-se à sua prisão política em Curitiba (PR).
“Quero que eles tenham todo o direito de defesa, mas se for verdade as acusações, essa gente teve que ser punida severamente“, afirmou Lula.
A entrevistadora Sônia Bridi se Lula achava que não teve direito de defesa e o Presidente respondeu: “Eu não tive direito de defesa. Eu não tive. Veja, eu fui preso primeiro, para depois me defender“.
Lula mal terminou de falar e o quadro foi interrompido por um recorte introduzido pela produção, mostrando seu ex-advogado, Cristiano Zanin, atuando “em todas as etapas do julgamento“, conforme disse a emissora, para rebater, de forma surpresa, aquilo que o Presidente acabara de afirmar.
Nesta segunda-feira (16/12), nas redes sociais, a Presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, respondeu ao Fantástico:
“Lula nunca teve direito à presunção de inocência porque foi processado e julgado por um ex-juiz parcial, não apenas incompetente. E o seu direito de defesa foi cerceado por Sergio Moro e pelos desembargadores do TRF-4, que negaram sistematicamente pedidos de perícias e produção de provas”, escreveu a parlamentar, em sua conta na plataforma de microblog X.
“Ao tentar corrigir Lula e defender seu apoio à Lava Jato, a Globo esqueceu de dizer que Lula foi condenado “por fatos indeterminados” e que os abusos contra ele, a começar pela condução coercitiva ilegal, só foram reconhecidos e corrigidos quando o caso chegou ao STF“, lacrou a deputada.
Corrigindo o Fantástico: Lula nunca teve direito à presunção de inocência porque foi processado e julgado por um ex-juiz parcial, não apenas incompetente. E o seu direito de defesa foi cerceado por Sergio Moro e pelos desembargadores do TRF-4, que negaram sistematicamente pedidos…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) December 16, 2024
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