“Aglomerações se arrastam há três semanas sem que os militares se mexam para dispersá-las”, escreve Bernardo Mello Franco – LEIA A ÍNTEGRA
O jornalista do Globo, Bernardo Mello Franco, resume no Twitter sua matéria publicada no jornal nesta sexta-feira (18/11) sobre o financiamento dos atos golpistas em frente a alguns quanrtéis do país, que a imprensa afirma ser um movimento popular de insatisfeitos com a derrota de Bolsonaro e eleição de Lula.
Sob o título “O AGROGOLPISMO E AS VIVANDEIRAS“, Franco mostra que nada disseo estaria acontecento sem a verba dos “setores mais atrasados do ruralismo“, aos quais o derrotado Bolsonaro se aliou e agradou com o desmantelamento do Ibama, o cancelamentos de multas e nomeação de um ministro para “passar a boiada”.
Agora, com a descoberta desse fianciamento, tudo fica mais claro, pois “a derrota do capitão criou um problema para esses empresários“, pois “em vez de modernizar seus negócios, eles querem empastelar a democracia e impedir a posse do presidente eleito” Lula. Leia a seguir:
“Quando os bolsonaristas começaram a fechar rodovias, o procurador Mário Sarrubbo avisou que havia uma organização criminosa por trás dos protestos contra o resultado das urnas. Investigações da Polícia Federal mostram que ele tinha razão.
A PF identificou dezenas de suspeitos de financiar os atos golpistas. Com base no relatório, o ministro Alexandre de Moraes mandou bloquear as contas bancárias de 43 pessoas físicas e jurídicas. A lista é dominada por empresários e empresas agrícolas e de transporte de cargas.
Bolsonaro se aliou aos setores mais atrasados do ruralismo, que se recusam a adotar práticas sustentáveis e respeitar a legislação ambiental. Pra agradar a turma, seu governo desmantelou o Ibama, cancelou multas e encarregou um ministro [do Meio Ambiente, Ricarco Salles] de “passar a boiada.
A derrota do capitão criou um problema para esses empresários. Em vez de modernizar seus negócios, eles querem empastelar a democracia e impedir a posse do presidente eleito [Lula].
O dinheiro do agrogolpismo abastece as vivandeiras de quartel. Em Brasília, elas acampam diante do QG do Exército. No Rio, em frente à antiga sede do Ministério do Guerra. As aglomerações se arrastam há três semanas sem que os militares se mexam para dispersá-las.
O general Villas Bôas disse que os extremistas são “identificados com o verde e amarelo” e estariam preocupados com “ameaças à liberdade”. De ameaças ele entende bem. Em 2018, pressionou o STF a manter o candidato do PT na cadeia, facilitando a vitória de Bolsonaro.
As cenas de bolsonaristas em transe, cantando o hino para um pneu, podem passar a ideia de que os atos são inofensivos. É um erro vê-los assim. Incitar golpe de Estado é crime. As instituições precisam se defender de quem quer destruí-las”.

Pela enésima vez:
esses anencéfalos só deixarão de existir com o investimento VERDADEIRO em Educação e Cultura.
E quase ia me esquecendo: dou.tri.na.men.to quem faz é a extrema-direita — ou não estão acompanhando os “movimentos” na Região Sul do Brasil?…
Chega a ser desesperador!
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