O presidente da Embratur fez o comentário ao expor a notícia de que, ao contrário de Lula, Bolsonaro foi o presidente que menos investiu em ambiente desde FHC enquanto o estadista assinou contrato para execução de R$ 10 bilhões em projetos sustentáveis do Fundo Clima – ENTENDA
O Presidente da Embratur, Marcelo Freixo, postou dois ‘prints‘ de notícias do jornal ‘Folha de S. Paulo‘ para comparar o ministério do Meio Ambiente nas gestões do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A imagem referente ao ex-ocupante do Palácio do Planalto mostra a manchete do ano de 2012, que diz: “Bolsonaro foi o presidente com menor gasto em ambiente desde FHC, diz relatório“. A outra é do início de abril deste ano e diz que o “Governo Lula assina contrato para execução de R$ 10 bi em projetos sustentáveis do Fundo Clima“.
“A diferença é gritante“, comentou Freixo, na plataforma social de microblogging ‘X’, nesta quarta-feira (5/6), data em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, que foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1972, com o objetivo chamar a atenção para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais.
Segundo o Presidente da Embratur, “nesse Dia Mundial do Meio Ambiente, que todos possam tirar um momento para refletir e ver os fatos: com Lula, o Brasil voltou a cuidar mais e melhor das nossas florestas“.
Veja abaixo e leia mais a seguir:
A diferença é gritante.
— Marcelo Freixo (@MarceloFreixo) June 5, 2024
Nesse Dia Mundial do Meio Ambiente, que todos possam tirar um momento para refletir e ver os fatos: com Lula, o Brasil voltou a cuidar mais e melhor das nossas florestas. pic.twitter.com/elqwEDiaXI
A notícia sobre o Governo Lula mostrou que o Ministério do Meio Ambiente assinou um contrato que prevê transferência R$ 10 bilhões para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), para a operação do chamado Fundo Clima. Esses recursos serão destinados para financiar projetos sustentáveis e serão provenientes da captação de US$ 2 bilhões no exterior com títulos soberanos sustentáveis lançados pelo Ministério da Fazenda.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou na ocasião que as taxas de juros variariam de 1% a 8%, sendo que a taxa mais baixa seria para projetos ligados a florestas nativas e a taxa mais alta para projetos de transição energética. A ministra da pasta, Marina Silva, afirmou que parte desses recursos poderiam financiar obras do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), como no caso de eletrificação de frotas urbanas de transporte público.
Já sobre o Governo do ex-presidente hoje inelegível, a ‘Folha‘ noticiou, há dois anos, último de sua gestão, que “Bolsonaro foi o que menos gastou com meio ambiente entre seus pares desde 2000″ e que em quatro anos “a média anual gasta na área foi de R$ 2,8 bilhões por ano, em valores atualizados pelo IPCA, a menor desde os últimos anos da gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), informação mais antiga disponível no governo federal.
Um relatório “Nunca Mais Outra Vez“, publicado pelo Observatório do Clima, destacou que o governo Bolsonaro registrou a maior alta em 19 anos nas emissões de gases estufa, bem como um recorde de aumento no desmatamento na Amazônia. Além disso, houve uma redução na fiscalização na cobrança de multas aplicadas pelo Ibama, bem como aumentos significativos em invasões e garimpo em territórios indígenas.
