
Pantanal – Foto de Diego Lizcano-Flickr
Governo Lula celebra avanços históricos na preservação ambiental com planos estratégicos para todos os biomas brasileiros – SAIBA MAIS
COMPARTILHE:
✅ UrbsMagna no WhatsApp
——-Canais de Notícias——-
➡️ UrbsMagna no Telegram
![]()
Brasília, 12 de maio de 2025
Entre agosto de 2024 e abril de 2025, o Brasil alcançou resultados expressivos no combate ao desmatamento, com uma redução de 75% no Pantanal e 25% no Cerrado, conforme dados oficiais do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Esses números, divulgados em 8 de maio de 2025, representam o melhor desempenho no controle de áreas desmatadas desde 2016, destacando o compromisso do governo Lula com a preservação ambiental.
A ausência de focos de incêndio no Pantanal em abril de 2025 reforça a eficácia das medidas implementadas, enquanto a Amazônia também registrou uma queda de 5% no mesmo período, de acordo com informações da SECOM (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República).
No Pantanal, a área desmatada caiu de 984 km² para 248 km², enquanto no Cerrado a redução foi de 4.868 km² para 3.698 km², comparando os períodos de agosto de 2023 a abril de 2024 com agosto de 2024 a abril de 2025.
Apesar dos avanços, o governo permanece alerta devido a um aumento pontual no desmatamento em abril de 2025, com altas de 55% na Amazônia e 26% no Cerrado em relação a abril de 2024.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou a necessidade de ajustes contínuos para garantir uma queda constante e estruturada do desmatamento, reforçando o objetivo de zerar o desmatamento até 2030, destacou a Casa Civil.
A redução no desmatamento reflete a retomada de políticas ambientais robustas, como os Planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento (PPCDs), agora implementados em todos os seis biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga, Mata Atlântica e Pampa.
Durante a quinta reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento (CIPPCD), em 8 de maio de 2025, foram apresentados resultados de operações do Ibama, que registrou aumentos significativos em multas e embargos por desmatamento ilegal.
No Cerrado, por exemplo, as multas por desmatamento subiram 85%, totalizando R$ 64,8 milhões, enquanto na Amazônia os embargos por desmatamento ilegal cresceram 91%, segundo o Governo Federal. Além disso, o governo federal intensificou a fiscalização na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), principal fronteira agropecuária do Cerrado, onde 76,4% do desmatamento do bioma está concentrado.
A assinatura de um pacto com os governadores desses estados, em novembro de 2024, resultou em quedas expressivas, como a redução de 63,3% na Bahia.
Essas ações, aliadas à promoção da bioeconomia e ao Fundo Amazônia, que financia projetos de conservação, consolidam o Brasil como protagonista na agenda climática global, destacou o Ministério do Meio Ambiente.
A aprovação dos Planos de Ação para a Mata Atlântica e o Pampa, anunciada pelo secretário André Lima, marca um feito histórico: pela primeira vez, todos os biomas brasileiros contam com estratégias específicas de preservação. “São planos que se somam aos já existentes, garantindo resultados concretos”, afirmou Lima.
O deputado federal Nilto Tatto (PT-SP) destacou o protagonismo ambiental do Brasil, reforçando o compromisso do governo Lula com o futuro do planeta, conforme mostrou o portal do Partido dos Trabalhadores.
Apesar dos avanços, desafios persistem. Dados do MapBiomas indicam que, em 2024, o Cerrado perdeu 712 mil hectares, uma área maior que o Distrito Federal, mesmo com a redução de 33% no desmatamento.
A região do Matopiba concentrou 82% dessa perda, impulsionada pela expansão agropecuária.

Especialistas alertam que os altos índices de desmatamento no Cerrado, embora em queda, ainda exigem políticas complementares para além da fiscalização, como incentivos à preservação em propriedades privadas, publicou a Agência Brasil.
O Brasil, sob a liderança de Lula, reverteu a tendência de aumento do desmatamento observada entre 2019 e 2022, quando a Amazônia registrou um crescimento de 73% nas taxas oficiais. Com políticas eficazes e cooperação interministerial, o país projeta um futuro sustentável, alinhado às metas climáticas globais, enquanto enfrenta os desafios de uma crise climática que exige ações contínuas e inovadoras, segundo o portal do PT no Senado.
LEIA MAIS APÓS OS ANÚNCIOS












