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Desemprego no Brasil fica em 5,4% e renda bate recorde histórico

    Taxa de desocupação se mantém no menor patamar histórico enquanto rendimento médio real atinge R$ 3.652, maior valor já registrado na série do IBGE

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    Humberto Costa, Edinho Silva, Luiz Inácio Lula da Silva e Gleisi Hoffmann em posse
    O senador Humberto Costa, o presidente do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann |3.8.2025| Posse de Edinho Silva na Presidência da Legenda | Foto: Ricardo Stuckert

    RESUMO
     
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO
     

    Rio de Janeiro (RJ) · quinta-feira (5/mar) de 2026

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (5/mar) os resultados da PNAD Contínua, indicando que a taxa de desocupação no Brasil se manteve em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026.

    O indicador iguala o menor nível da série histórica iniciada em 2012 e representa estabilidade em relação ao trimestre anterior, com queda de 1,1 ponto percentual na comparação anual, conforme divulgado pela Agência IBGE de Notícias.

    Ao mesmo tempo, o rendimento médio real habitual alcançou R$ 3.652, estabelecendo novo recorde histórico da pesquisa, com aumento de 2,8% ante o trimestre anterior e de 5,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A massa de rendimento real habitual chegou a R$ 370,3 bilhões, também o maior valor já registrado na série, com crescimento de 2,9% no trimestre e 7,3% em 12 meses.

    Os dados reforçam a resiliência do mercado de trabalho brasileiro, com a população ocupada mantida em níveis elevados e a taxa de subutilização da força de trabalho em 13,8%.

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