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Deputados são proibidos de usar dinheiro público com serviços de impulsionamento de canais monetizados na web

    Ato da Mesa Diretora da Câmara encerrou o reembolso de despesas com contratação de empresas especializadas, mas os parlamentares ainda podem contratar assessores para a gestão de suas redes na internet

    Deputados recebiam de volta os valores de suas despesas com os serviços de empresas que contratavam para o impulsionamento de perfis, canais e contas em sites ou redes sociais com fins de monetização, lucro, rendimento ou patrocínio próprio ou de outras pessoas, até que a Mesa Diretora da Câmara publicou nesta terça (28) um ato para a proibição do reembolso.

    Uma parte dos deputados tinha como hábito a contratação de empresas especializadas em produção de vídeos e outros conteúdos para redes sociais ao mesmo tempo em que eram pagos pelos acessos obtidos, como o YouTube.

    O texto do ato de proibição diz que o objetivo é “vedar reembolsos de despesas com serviços que resultem em vantagens financeiras ao parlamentar ou a terceiros”.

    Mas os deputados ainda podem ser reembolsados com dinheiro público contratando assessores, como sempre fizeram, para a gestão de suas redes na internet.

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