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Deputado italiano cobra extradição de Carla Zambelli: “Vergonha!” (vídeo)

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    Angelo Bonelli pressiona governo italiano para extraditar a deputada fugitiva condenada no Brasil, chamando sua tentativa de refúgio de “vergonha para a Itália” – SAIBA MAIS

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    Brasília, 04 de junho de 2025

    O deputado italiano Angelo Bonelli, líder da Aliança Verde e Esquerda, protocolou um ofício formal exigindo medidas urgentes do governo italiano para impedir que a deputada brasileira Carla Zambelli (PL-SP) use sua cidadania italiana como escudo contra a Justiça do Brasil.

    Condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Zambelli anunciou sua intenção de se estabelecer na Itália, o que Bonelli classificou como “uma vergonha para a imagem da Itália”.

    Zambelli foi sentenciada em 14 de maio de 2025 por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em colaboração com o hacker Walter Delgatti Neto, para inserir documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.

    Além disso, ela enfrenta inelegibilidade por 8 anos, decretada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), por disseminar desinformação nas eleições de 2022.

    Bonelli questiona se a Itália permitirá que sua cidadania seja usada para “escapar de crimes graves”.

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    No ofício, endereçado aos ministros Antonio Tajani (Relações Exteriores), Carlo Nordio (Justiça) e Matteo Piantedosi (Interior), Bonelli solicita a ativação do tratado de extradição entre Brasil e Itália, firmado em 1989 e ratificado pela Lei nº 144/1991.

    Ele alerta que a Itália não deve se tornar “um paraíso para golpistas” e propõe rever a legislação italiana para cassar a cidadania de condenados por crimes contra a democracia.

    Zambelli deixou o Brasil em 25 de maio de 2025, pela fronteira com a Argentina, e está atualmente em Miami, EUA.

    Em entrevista à CNN, ela afirmou ser “intocável” na Itália devido à sua cidadania, planejando usar o sistema de saúde gratuito do país.

    Bonelli rebateu, destacando que a Constituição Italiana (artigo 26) permite a extradição de cidadãos em casos previstos por acordos internacionais.

    O caso reacende debates sobre a Itália como possível destino de figuras ligadas à extrema direita brasileira. Bonelli já havia questionado a primeira-ministra Giorgia Meloni sobre a concessão de cidadania a Jair Bolsonaro e sua família, alertando contra a proteção de acusados de ataques à democracia.

    A pressão internacional cresce, com o STF solicitando à Polícia Federal a inclusão de Zambelli na lista vermelha da Interpol.

    Se a Itália acatar o pedido de Bonelli, Zambelli pode ser extraditada ou julgada localmente, conforme o tratado bilateral.

    A recusa em extraditá-la poderia gerar tensões diplomáticas com o Brasil e críticas à imagem italiana.

    O precedente de Henrique Pizzolato, extraditado em 2015 após fuga para a Itália, reforça a viabilidade do pedido.

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