
Transcrição da oitiva de PAULO GONET e CARLOS ALMEIDA BAPTISTA JUNIOR no JN 21.5.2025 | O deputado federal ROGÉRIO CORREIA – Montagem Imagens reprodução
“Articulou golpe para se manter presidente após perder as eleições. E ainda tem deputado querendo anistia para bandido golpista“, disse o petista ao postar matéria do JN sobre o caso – ASSISTA e SAIBA MAIS
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Brasília, 21 de maio de 2025
“Depoimento bombástico do ex-comandante da FAB coloca Bolsonaro próximo da Papuda“, afirmou em suas redes sociais o deputado federal Rogério Correia (PT–MG), nesta quarta-feira (21/mai), ao compartilhar as imagens da edição do Jornal Nacional, da Rede Globo, sobre a oitiva de Carlos de Almeida Baptista Junior.
“Articulou golpe para se manter presidente após perder as eleições. E ainda tem deputado querendo anistia para bandido golpista”, completou o parlamentar, indicando a apreciação do programa telejornalístico exibido em horário nobre.
O perfil do JN na plataforma de microblog X escreveu: “Ao STF, ex-comandante da Aeronáutica confirma que Bolsonaro participou de plano golpista e que Freire Gomes ameaçou prender o ex-presidente“.
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Depoimento bombástico do ex comandante da FAB coloca Bolsonaro próximo da Papuda. Articulou golpe para se manter presidente após perder as eleições. E ainda tem deputado querendo anistia para bandido golpista. ASSISTA matéria completa da Globo. https://t.co/pXjX1USdLI
— Rogério Correia (@RogerioCorreia_) May 22, 2025
O ex-comandante da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Júnior, confirmou em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-presidente Jair Bolsonaro participou de uma reunião no Palácio da Alvorada, após as eleições de 2022, onde foram discutidas hipóteses de atentar contra o regime democrático, como a decretação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), Estado de Defesa ou Estado de Sítio.
Durante o encontro, o então comandante do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, ameaçou prender Bolsonaro caso o plano golpista fosse levado adiante, o que foi reafirmado por Baptista Júnior como uma declaração calma, mas firme.
O brigadeiro também relatou que sofreu ataques, supostamente ordenados por Walter Braga Netto, por se opor à iniciativa golpista, e destacou que a falta de adesão unânime das Forças Armadas impediu a execução do plano.
Em outra reunião, em 14 de dezembro de 2022, no Ministério da Defesa, o então ministro Paulo Sérgio Nogueira apresentou uma minuta golpista aos comandantes das Forças Armadas, mas Baptista Júnior recusou-se a analisá-la, deixando o encontro ao confirmar que o documento visava impedir a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Bolsonaro e outras 33 pessoas por crimes como golpe de Estado e organização criminosa, apontando o ex-presidente e Braga Netto como líderes do plano para subverter o resultado eleitoral.
O depoimento de Baptista Júnior reforça a investigação sobre a tentativa de golpe, destacando a resistência de parte dos comandantes militares e a disposição do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier, em apoiar a trama golpista.












